terça-feira, 8 de agosto de 2017

TDAH, TOD e outros transtornos - Qual das Terapias Integrativas é mais aconselhável





Uma mãe pergunta qual das terapias integrativas seria aconselhável a uma criança de 5 anos.
Depende tanto da criança, da forma como ela se manifesta, como se relaciona, as respostas que tem ao contato de outra pessoa.
O Reiki costuma não tocar no corpo, só emite a energia (embora haja reikianos que colocam as mãos sobre determinadas áreas). Esta terapia é bastante indicad, especialmente nos casos de crianças inquietas. Integrando o Grupo TDAH CRIANÇAS QUE DESAFIAM (facebook) temos a Kamila Lopes, por exemplo, que faz um trabalho primoroso. Troquem figurinhas.
Terapia Crânio Sacral, aqui no grupo temos a Anna Paula Moreira que já fez maravilhas em um garoto filho de uma mamãe que também participa deste grupo. O menino é mais quieto, gentil, querido, não ofensor (por isso, também alvo de bullying).
Barra de Access é mais recente (no meu conhecimento). Temos a Marta Coronado, que, inclusive, está elaborando um artigo para publicar no blog e divulgar também aqui. São 32 pontos.
Pessoalmente, como tenho formação em kinesiocromoterapia e Do-In, muito apliquei (e aplico) em nosso círculo familiar - relaxamento e ativação. Efeitos imediatos.
Há crianças que respondem maravilhosamente com música, com desenhos, pinturas. No Grupo temos o arteterapeuta e psicopedagogo Edson Damiao que obtêm um resultado efetivo oportunizando para as crianças esta livre expressão.
Já assisti terapias com Meditação e Yoga com crianças MUITO hiperativas, sessões que começavam com muito agito, dança, pulos e, aos poucos, foram sendo conduzidas para movimentos mais brandos (ainda desafiantes, corporeamente falando) até que, por fim, ficavam quietinhas, meditando como vemos nas fotos.  Aqui no Grupo temos Hilarion Terapias YogaClarissa Krpá, entre outros.
Escotismo, natação, andar de bicicleta em grupo, aulas de circo, também são atividades que dão super certo.
Enfim, a Relação é extensa e TUDO é MUITO válido, tem de experimentar. Sempre levando em consideração o Bem Estar e as tendências individuais da criança. 
Bjs e Felicidades!
Marise Jalowitzki
Fundadora e uma das moderadores do Grupo TDAH CRIANÇAS QUE DESAFIAM
(Livro, Blog, Grupo e Página de igual título)






"Muitas crianças de hoje possuem, consciente ou subconscientemente, a noção clara de que o mundo que lhes é oferecido está cheio de graves incoerências e suas respostas a tudo isso se refletem em desatenção, em evasão, em tentar levar os outros para brincadeiras, tornando-se inconvenientes, desviando o foco da “chatice”, em casa ou em sala de aula, em uma situação de ensino que não lhes chama a atenção, onde não encontram significado nem utilidade. Apropriar-se do conhecimento para que, se não enxergam onde e como utilizá-lo? Sequer o assimilam!  

Desde sempre coisas desse teor já foram ditas e sentidas, só que se antes, em alguns casos, as instituições conseguiam abafar os mais irreverentes pela palmatória e outros castigos e exposições humilhantes, agora, com a legislação considerando a agressão infantil como crime (felizmente!), os adultos, na maioria sempre intolerantes e impacientes, procuram outra forma de silenciar as inssurreições, as desobediências: uma pílula, a Ritalina ou Concerta! Há uns trinta anos era o Gardenal. Tive uma colega de trabalho que tinha os olhos enormes, saltados (efeito colateral) e muita mágoa na alma pelo que fizeram com ela. As saídas pérfidas estão aí, há muito tempo, só que agora a sede por dinheiro, a ganância, fez com que alguns ramos da indústria farmacêutica aumentassem o fomento ao consumo, incluindo campanhas dentro das escolas, fazendo com que milhares e milhares de crianças entrassem nesta rota de fuga da realidade.

É hora de rever. De parar. De pensar nas consequências. De trazer mais felicidade para a vida de todos. De otimizar relações de convívio, seja em casa, escola, igreja, comunidade. De reinventar a maneira como se faz Educação. De ampliar conceitos de inclusão e convívio com as diferenças, temas tão alardeados por todos e ainda tão longe de ser uma prática.

Está aqui uma proposta para se debruçar sobre um cenário integrativo, que objetiva evidenciar que as diferenças entre os seres humanos existem para somar, nunca para dividir, que dirá, segregar ou excluir. A dicotomia presente em cada um de nós, onde, de um lado, queremos ser um “igual” conforme os ditames da pressão social, ser um “normal“ – obediente às normas e, assim, sentir-se integrado e incluído em determinados grupos (família, escola, amigos, trabalho, comunidade, etc.); e, por outro lado, e ao mesmo tempo, fazer “de um tudo” para ser (o que naturalmente somos): único, especial, diferente. Essa tentativa de querer mostrar que é único e diferente fica ainda mais forte entre os jovens e se manifesta no jeito especial de falar, a criação de “idiomas” específicos na Internet, gírias que mudam frequentemente, toques exclusivos nas roupas, o corte de cabelo, um estilo próprio de agir, a procura de um hobby radical ou atividade laboral; tudo leva para a diferenciação e o ineditismo. A procura e a conexão com o EU. Então, como assim, querer trabalhar a mente de uma criança para que ela se debruce sem questionar, nem ver mais nada, e apenas faça o seu dever de casa, sente direitinho, coma de um jeito educado, fale baixo e não transmita nada que possa ser interpretado com fora-da-casinha? Todas as invenções e inovações aconteceram quando alguém conseguiu olhar além da moldura!

Os distúrbios conhecidos como DDA (Déficit De Atenção), DDAH (Déficit De Atenção e Hiperatividade), agora tudo incluído como TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade) constam na lista de doenças mentais (ver capítulo sobre DSM e OMS), o tarja preta à base de metilfenidato (no Brasil comercializado como Ritalina, Ritalina LA e Concerta). A divulgação ampla dos efeitos, advertências, riscos e alternativas de tratamento é necessária e premente. Duas correntes igualmente fortes atuam concomitantemente: de um lado, especialistas que defendem e incentivam o uso do fármaco; de outro, especialistas e institutos de saúde internacionalmente reconhecidos pela sua idoneidade e ética afirmam que os possíveis (e irreversíveis) danos que os efeitos colaterais podem conferir precisam ser mencionados aos pais ANTES da administração em crianças e adolescentes. E que haja criteriosa avaliação sobre os diagnósticos já emitidos.

É preciso rever, com seriedade e determinação, qual a sociedade que queremos, qual o mundo que vamos deixar para nossos filhos e netos e mais além, antes que tenhamos [des]construído uma sociedade que veio para nascer, viver, ser feliz, imortalizar-se (através da concepção) e morrer.  Uma humanidade robotizada e subserviente a alguns, é isso que desejamos? A chamada “Pílula da Obediência” está em xeque." (Livro TDAH CRIANÇAS QUE DESAFIAM - pág 14)

Felizmente. 



 Marise Jalowitzki é educadora, escritora, blogueira e colunista. Palestrante Internacional, certificada pelo IFTDO - Institute of Federations of Training and Development, com sede na Virginia-USA. Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano saudável. marisejalowitzki@gmail.com - Mãe e avó.
blogs:
www.compromissoconsciente.blogspot.com.br


LIVRO TDAH CRIANÇAS QUE DESAFIAM

Informações, esclarecimentos, denúncias, relatos e dicas práticas de como lidar 
Déficit de Atenção e Hiperatividade

TDAH e outros transtornos - Crianças Diferentes, Crianças Especiais - Crianças...



Nossa obrigação e compromisso, enquanto adultos, é proteger TODAS as crianças. Elas são frágeis, sejam impulsivas, agressivas e-oou retraídas. Aportaram em nossos caminhos para que aprendamos junt@s! Elas precisam de Amor e Acolhimento para se sentirem confiantes.
Vamos fazer a nossa parte, elogiando-as, reforçando-as nas suas qualidades. É isto que fortalece!




"Muitas crianças de hoje possuem, consciente ou subconscientemente, a noção clara de que o mundo que lhes é oferecido está cheio de graves incoerências e suas respostas a tudo isso se refletem em desatenção, em evasão, em tentar levar os outros para brincadeiras, tornando-se inconvenientes, desviando o foco da “chatice”, em casa ou em sala de aula, em uma situação de ensino que não lhes chama a atenção, onde não encontram significado nem utilidade. Apropriar-se do conhecimento para que, se não enxergam onde e como utilizá-lo? Sequer o assimilam!  

Desde sempre coisas desse teor já foram ditas e sentidas, só que se antes, em alguns casos, as instituições conseguiam abafar os mais irreverentes pela palmatória e outros castigos e exposições humilhantes, agora, com a legislação considerando a agressão infantil como crime (felizmente!), os adultos, na maioria sempre intolerantes e impacientes, procuram outra forma de silenciar as inssurreições, as desobediências: uma pílula, a Ritalina ou Concerta! Há uns trinta anos era o Gardenal. Tive uma colega de trabalho que tinha os olhos enormes, saltados (efeito colateral) e muita mágoa na alma pelo que fizeram com ela. As saídas pérfidas estão aí, há muito tempo, só que agora a sede por dinheiro, a ganância, fez com que alguns ramos da indústria farmacêutica aumentassem o fomento ao consumo, incluindo campanhas dentro das escolas, fazendo com que milhares e milhares de crianças entrassem nesta rota de fuga da realidade.

É hora de rever. De parar. De pensar nas consequências. De trazer mais felicidade para a vida de todos. De otimizar relações de convívio, seja em casa, escola, igreja, comunidade. De reinventar a maneira como se faz Educação. De ampliar conceitos de inclusão e convívio com as diferenças, temas tão alardeados por todos e ainda tão longe de ser uma prática.

Está aqui uma proposta para se debruçar sobre um cenário integrativo, que objetiva evidenciar que as diferenças entre os seres humanos existem para somar, nunca para dividir, que dirá, segregar ou excluir. A dicotomia presente em cada um de nós, onde, de um lado, queremos ser um “igual” conforme os ditames da pressão social, ser um “normal“ – obediente às normas e, assim, sentir-se integrado e incluído em determinados grupos (família, escola, amigos, trabalho, comunidade, etc.); e, por outro lado, e ao mesmo tempo, fazer “de um tudo” para ser (o que naturalmente somos): único, especial, diferente. Essa tentativa de querer mostrar que é único e diferente fica ainda mais forte entre os jovens e se manifesta no jeito especial de falar, a criação de “idiomas” específicos na Internet, gírias que mudam frequentemente, toques exclusivos nas roupas, o corte de cabelo, um estilo próprio de agir, a procura de um hobby radical ou atividade laboral; tudo leva para a diferenciação e o ineditismo. A procura e a conexão com o EU. Então, como assim, querer trabalhar a mente de uma criança para que ela se debruce sem questionar, nem ver mais nada, e apenas faça o seu dever de casa, sente direitinho, coma de um jeito educado, fale baixo e não transmita nada que possa ser interpretado com fora-da-casinha? Todas as invenções e inovações aconteceram quando alguém conseguiu olhar além da moldura!

Os distúrbios conhecidos como DDA (Déficit De Atenção), DDAH (Déficit De Atenção e Hiperatividade), agora tudo incluído como TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade) constam na lista de doenças mentais (ver capítulo sobre DSM e OMS), o tarja preta à base de metilfenidato (no Brasil comercializado como Ritalina, Ritalina LA e Concerta). A divulgação ampla dos efeitos, advertências, riscos e alternativas de tratamento é necessária e premente. Duas correntes igualmente fortes atuam concomitantemente: de um lado, especialistas que defendem e incentivam o uso do fármaco; de outro, especialistas e institutos de saúde internacionalmente reconhecidos pela sua idoneidade e ética afirmam que os possíveis (e irreversíveis) danos que os efeitos colaterais podem conferir precisam ser mencionados aos pais ANTES da administração em crianças e adolescentes. E que haja criteriosa avaliação sobre os diagnósticos já emitidos.

É preciso rever, com seriedade e determinação, qual a sociedade que queremos, qual o mundo que vamos deixar para nossos filhos e netos e mais além, antes que tenhamos [des]construído uma sociedade que veio para nascer, viver, ser feliz, imortalizar-se (através da concepção) e morrer.  Uma humanidade robotizada e subserviente a alguns, é isso que desejamos? A chamada “Pílula da Obediência” está em xeque." (Livro TDAH CRIANÇAS QUE DESAFIAM - pág 14)

Felizmente. 






 Marise Jalowitzki é educadora, escritora, blogueira e colunista. Palestrante Internacional, certificada pelo IFTDO - Institute of Federations of Training and Development, com sede na Virginia-USA. Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano saudável. marisejalowitzki@gmail.com 

blogs:
www.compromissoconsciente.blogspot.com.br


LIVRO TDAH CRIANÇAS QUE DESAFIAM

Informações, esclarecimentos, denúncias, relatos e dicas práticas de como lidar 
Déficit de Atenção e Hiperatividade



sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Antidepressivos aumentam risco de violência e criminalidade em jovens, aponta estudo

A análise inicial descobriu que o risco de uma condenação por crime violento era 19% maior quando as pessoas estavam tomando antidepressivos do que quando não estavam sob tratamento de antidepressivos. O aumento de risco foi essencialmente o mesmo quando os pesquisadores levaram em conta a influência de outras drogas psicotrópicas.

A Food and Drug Administration (FDA) aprovou estes SSRIs para tratar a depressão:
  • Citalopram (Celexa)
  • Escitalopram (Lexapro)
  • Fluoxetina (Prozac)
  • Paroxetina (Paxil, Pexeva)
  • Sertralina (Zoloft)
  • Vilazodona (Viibryd)




Por:  Contato Repórter
publicado neste blog em 05.agosto.2017
https://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/2017/08/antidepressivos-aumentam-risco-de.html

Pesquisadores identificaram um efeito colateral preocupante de uma classe de antidepressivos amplamente recomendada - eles podem tornar alguns pacientes mais propensos a cometer crimes violentos.
Os dados mostram que os jovens adultos com idades entre os 15 e os 24 que haviam preenchido prescrições para os medicamentos eram mais propensos a serem condenados por homicídio, assalto, roubo, incêndio criminoso, seqüestro, ofensa sexual ou outro crime violento quando estavam tomando o Medicamentos do que quando não eram. Os pesquisadores não encontraram nenhuma ligação entre o uso de antidepressivos e atividades criminosas para pacientes mais velhos.
SSRIS e Tendências Suicidas em crianças e jovens
As descobertas , publicadas em 15 de setembro.2015 na revista PLOS Medicine, compõem outras evidências de que os antidepressivos - conhecidos como  inibidores seletivos da recaptação da serotonina , ou SSRIs - funcionam de forma diferente no cérebro de adolescentes e adultos. Por exemplo, vários estudos mostraram que as drogas realmente  aumentam o risco de pensamentos suicidas em crianças, adolescentes e adultos jovens, mas não em adultos mais velhos.
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Os SSRIs aliviam a depressão ao aumentar os níveis de serotonina no cérebro. A serotonina é um dos mensageiros químicos (neurotransmissores) que transportam sinais entre células cerebrais. Os SSRIs bloqueiam a reabsorção (recaptação) da serotonina no cérebro, disponibilizando mais serotonina. Os SSRIs são chamados de seletivos porque parecem afetar principalmente a serotonina, e não outros neurotransmissores.
Os SSRI também podem ser usados ​​para tratar outras condições além da depressão, como distúrbios de ansiedade.

SSRIs aprovados para tratar a depressão

A Food and Drug Administration (FDA) aprovou estes SSRIs para tratar a depressão:
  • Citalopram (Celexa)
  • Escitalopram (Lexapro)
  • Fluoxetina (Prozac)
  • Paroxetina (Paxil, Pexeva)
  • Sertralina (Zoloft)
  • Vilazodona (Viibryd)
Fluvoxamina, um SSRI que é aprovado pela FDA para tratar transtorno obsessivo-compulsivo, às vezes é usado para tratar a depressão.
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A ligação entre SSRIs e crime é menos clara. Uma análise das tendências nos EUA descobriu que o "grande declínio do crime americano" que começou na década de 1990  coincidiu com o surgimento de SSRIs, incluindo Prozac, Celexa, Paxil e Zoloft. Mas as  revisões dos dados de segurança submetidos à Food and Drug Administration descobriram que o uso de SSRI estava associado a um risco aumentado de comportamento violento.






Os SSRIs  ajudam as células do cérebro a se comunicar uns com os outros fazendo um melhor uso de um produto químico chamado serotonina. Este produto químico é necessário para enviar uma mensagem de uma célula cerebral para outra. Os cientistas acreditam que, com mais serotonina disponível, os circuitos cerebrais que controlam o humor têm melhores chances de funcionar corretamente.
Para obter uma imagem mais clara dos riscos potenciais associados aos SSRI, pesquisadores do Instituto Karolinska em Estocolmo e da Universidade de Oxford, na Inglaterra, voltaram-se para dados nacionais da Suécia, onde o governo acompanha as prescrições que são preenchidas e as condenações por crimes .
Na Suécia, o sistema de justiça criminal trata as pessoas como adultos uma vez que completam os 15 anos. Assim, os pesquisadores examinaram os registros de cerca de 8 milhões de suecos com pelo menos 15 anos em 2006. Eles descobriram que mais de 850 mil deles receberam um SSRI por algum tempo Entre 2006 e 2009. Isso representou 14,1% de todas as mulheres suecas e 7,5% de todos os homens suecos.
Entre todas as pessoas que obtiveram prescrições para SSRIs, 1% deles foi condenado por ter cometido algum tipo de crime violento entre 2006 e 2009. Os pesquisadores se concentraram nessas 8.377 pessoas e compararam suas atividades criminosas quando tiveram uma prescrição SSRI nos períodos.
A análise inicial descobriu que o risco de uma condenação por crime violento era 19% maior quando as pessoas estavam tomando antidepressivos do que quando não estavam sob tratamento de antidepressivos. O aumento de risco foi essencialmente o mesmo quando os pesquisadores levaram em conta a influência de outras drogas psicotrópicas.
Quando eles quebraram os números de acordo com a idade, eles descobriram que o risco estava concentrado entre o grupo mais jovem. Para adultos com idade entre 15 e 24 anos, o risco de ser condenado por um crime violento foi 43% maior quando eles estavam tomando um SSRI do que quando não estavam sob tratamento.
Então os pesquisadores consideraram os homens nesta faixa etária separadamente das mulheres. Entre os homens, tomar SSRIs estava associado a um risco aumentado de 40% de ser condenado por um crime violento. Entre as mulheres, o risco aumentou 75%, de acordo com o estudo.
O estudo não prova que os SSRIs foram responsáveis ​​pelo aumento observado na violência criminal entre adolescentes e jovens adultos, disseram os pesquisadores. No entanto, ele acrescenta à evidência de que "o cérebro adolescente pode ser particularmente sensível à interferência farmacológica", escreveram.
Mesmo que se verifique que os antidepressivos tornam os jovens mais propensos a cometer crimes violentos, isso significa que os médicos devem parar de prescrevê-los? A resposta não é óbvia, escreveram os pesquisadores. Os ISRS podem fazer com que a violência caia, mas os suicídios podem subir. "Do ponto de vista da saúde pública", eles declararam, "pode ser melhor continuar usando as drogas, desde que os riscos potenciais sejam divulgados". (http://www.latimes.com/science/sciencenow/la-sci-sn-antidepressant-ssri-violent-crime-risk-20150915-story.html)

Excertos de outro artigo sobre o tema:
Os medicamentos antidepressivos podem causar comportamentos violentos
Isso é o que a imprensa tradicional, como o LA Times e a Reuters, estão relatando, com base em um novo estudo publicado em uma revista médica respeitada, o PLOS Medicine , que encontrou jovens adultos com idades entre 15 e 24 anos, eram quase 50% mais propensos a serem condenados De um homicídio, assalto, incêndio assalto, sequestro, ofensa sexual e outros crimes violentos ao tomar o antidepressivo do que quando não estavam tomando a droga psiquiátrica.
O testemunho dos pais, sobre as violentas mortes auto-infligidas de suas crianças pequenas, foi dolorido. No entanto, apesar dos dados esmagadores fornecidos por especialistas e das contas de primeira mão sobre o suicídio e a violência causados ​​por antidepressivos, o Comitê Consultivo da FDA - muitos dos quais teve conflitos de interesse financeiros com as empresas farmacêuticas - recusou-se a avisar o público sobre o vínculo entre suicídio e antidepressivos, e não considerou se os antidepressivos podem ser responsáveis ​​por outros comportamentos violentos.

Mas, como era esperado, um número crescente de suicídios e outros atos violentos continuaram a aumentar e, finalmente, mais de uma década depois, em 2004, a FDA foi novamente forçada a enfrentar o problema. Desta vez, os dados fornecidos por denunciantes dentro da indústria não poderiam encolher os ombros. Mais de uma década depois que a agência federal conheceu as consequências mortais associadas aos SSRI, um aviso de "caixa negra" para ideação e comportamento suicida foi finalmente emitido em todos os antidepressivos. No entanto, a conexão com violência e homicídio continuou sendo ignorada.

Até esta data, 35 tiroteios em escolas e / ou atos de violência relacionados à escola foram cometidos por aqueles que tomavam ou se retiraram de drogas psiquiátricas e, entre 2004 e 2012, houve cerca de 15.000 relatórios ao sistema MedWatch da FDA em drogas psiquiátricas causando violência como efeito colateral.

Coincidentemente, o estudo que liga os antidepressivos com o comportamento violento vem ao lado de outro relatório recente expondo a pesquisa fraudulenta do antidepressivo GlaxoSmithKline, Paxil . De acordo com uma revisão dos dados utilizados para a aprovação do antidepressivo, Paxil não é eficaz no tratamento de crianças e existe um risco significativo de suicídio associado a ele.

Ver também: 27 avisos sobre violência e crimes pelo uso de antidepressivos
Também este: Relação de crimes e nominata de medicamentos usados pelos atiradores jovens
https://www.cchrint.org/2012/07/20/the-aurora-colorado-tragedy-another-senseless-shooting-another-psychotropic-drug/
E este: https://www.cchrint.org/2015/09/22/new-study-confirms-cchr-antidepressants-cause-violence/





sexta-feira, 28 de julho de 2017

Florais de Bach para depressão

sem ritalina, sem imipramina


Por Marise Jalowitzki
28.julho.2017
http://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/2017/07/florais-de-bach-para-depressao.html

Olha a situação desta mãe!!! Chamada pela empresa para um trabalho no exterior, a mãe deixa o filhote adolescente com a avó, e o filho, que toma ritalina e imipramina, entra em depressão. O que fazer?

A filha orienta a avó para procurar um médico homeopata, já que o neurologista iria prescrever mais outro psicotrópico ao rapaz. Também é orientada a procurar uma psicóloga, pois o garoto, com certeza, está sem eixo frente a nova situação.

Paciência, Perseverança, muito Carinho, Amor e Abraços! “Keep calm and give hugs!” (pág. 63) 

Um outra mãe não sabe o que fazer com a filha adolescente que, de um comportamento bastante agresivo com a mãe passou agora a um estágio depressivo, apatia total frente à vida, querendo desistir de vez dos estudos.

As crises na adolescência são frequentes, todos sabemos, só que, no momento atual, não dá pra minimizar a situação. Tudo está mais potencializado, mais forte e rápido. Por isso, MUITO importante que o máximo de atenção seja dado. Pais e mães entrar em conflito com o adolescente, do tipo: "Para de ser burro(a)!" só vai piorar tudo. Aquela máxima "O tempo vai te mostrar que eu tinha razão!" também não funciona. Funciona escutar, procurar pontos de convergência, mudar suas respostas às investidas e conflitos.

Assim:
Se nas famílias há uma tendência a "Dar discursos, os intermináveis “sermões” que os filhos tanto repudiam"   

Os pais precisam pausar suas respostas e refletir sobre quais os resultados que esperam.


"Ainda que a indignação seja grande, tentar ser o mais direto e breve possível. Dizer e deixar o tempo hábil para que a mensagem seja processada. Depois de algum tempo, perguntar: O que ficou do que eu disse? Leve em conta a resposta e processe."  (pág 174 - Livro TDAH CRIANÇAS QUE DESAFIAM)


Procurar ajuda e orientação de um terapeuta (homeopata, fitoteraputa, terapeuta floral, medicina antroposófica, medicina chinesa, reiki, quiropraxista, tudo são Práticas Integrativas já aprovadas pelo Ministério da Saúde.



Deixo também uma relação de Florais de Bach que atuam diretamente nas questões de desânimo, depressão, baixo astral.

Agrimony: indicado quando há um conflito interior e uma inquietude constante. Quando ocorre a incapacidade de falar dos seus sentimentos, quando há acúmulo de emoções, causando tumulto interior e falta de paz em sua vida, busca mecanismo de escape. 
Também recomendado para as pessoas que fumam, para evitar o conflito interior. 

Cherry plum: aquieta a mente, ajudando a pessoa a recuperar o controle e a compostura. Indicada para depressão profunda e destrutiva, que leva a pensamentos suicidas. 

Elm: leva a pessoa sentir-se aliviada e produtiva. É indicado sempre que houver a sensação de opressão causada por excesso de responsabilidade ou pela incapacidade de completar uma tarefa. 
No caso do tabagismo, pode contribuir na depressão temporária, associadas às lamentações e com “a angústia de parar de fumar”, cuja luta em vencer o vício nunca acaba e as tarefas se acumulam.

Gentian
: equilibra a energia negativa relacionada à falta de fé. Indicado para os que desistem facilmente, até mesmo ao se deparar com o menor obstáculo, se deprimem por insistir em questionar a si mesmo. 

Gorse: restitui a esperança nas pessoas que desistiram da vida. Pode ser escolhido para as sensações de impotência. Caracterizam-se por uma postura de que "não há nada a fazer".  
Este floral trabalha as energias negativas relacionadas à desesperança, aquele estágio em que a depressão vira uma doença. 

Larch: estimula a pessoa a voltar a ser motivada, capaz, cheia de vitalidade. Reedita a autoestima. Indicado na falta de confiança, no sentimento de inferioridade ou de não se julgar apta para vencer a tendência de coonsiderar os outros mais capazes do que ela. 

Mustard: é indicado às pessoas que se sentem como uma nuvem escura, com uma depressão sem razão aparente. Equilibra a energia negativa da melancolia e uma tristeza profunda. É indicado para aquela sensação de "estar num buraco e ser incapaz de saltar fora dele”. 

Oak: suaviza as batalhas do dia-a-dia, auxilia na adaptação à nova rotina nas situações de mudança. Trabalha as energias negativas relacionadas ao sistema nervoso, a sensação de nadar contra a maré.

Olive
: traz entusiasmo de viver, indicado no estado exaustivo da mente e do físico. A pessoa que se sente sem energia suficiente para enfrentar a vida e entra em depressão. Trabalha os sentimentos de derrota.

Rescue Remedy
: faz com que volte os sentimentos de se sentir vivo e alegre outra vez, estimula que a pessoa relaxe e desestresse.

Star of Bethlehem: é um floral que traz conforto, age como um amigo compassivo, de braços confortadores. 

Sweet Chestnut
: é um floral que age tão rápido quando o Rescue Remedy. Ele transforma em pouco tempo uma pessoa desequilibrada emocionalmente, e que se sente “no fundo do poço”. Pode ser escolhido para trabalhar o desespero.

Water Violet
: traz a alegria de volta à vida, indicado às pessoas que apresentam pesar. No entanto, muitas vezes isso aparece sob a forma de depressão. 

Wild Oat
: estimula a busca pelo seu propósito. Trata a depressão da “crise da idade”: "O que é que eu vou ser quando crescer? Como vai ser de agora em diante?". 
Equilibra as energias negativas da insatisfação e por não estar realizado profissionalmente. 

Wild Rose: é indicado quando a alegria da vida é substituída pelo dia-a-dia tedioso e monótono. Não há vestígio de espontaneidade, nenhuma diversão.

Willow
: é escolhido às pessoas que sempre se queixam, achando que a vida tira vantagem. Pessoas deprimidas por ressentimento, expressam uma atitude do tipo “pobre de mim”. Ressentem-se de tudo e de todos, lamentando a situação em que estão. (Portal Educação)



ESPECIALISTAS PARCEIROS DO BLOG, GRUPO E PÁGINA tdah crianças que desafiam



PSICOPEDAGOGIA, ARTETERAPIA E FLORAIS DE BACH - RIO DE JANEIRO - RJ

Psicopedagogos Edson Damião e Luciana das Neves - Edson Damiao - 
21 98165-3906 - Rio de Janeiro - RJ 


HOMEOPATIA E FLORAIS DE BACH

Dra. Vera Beatriz Telichevesky - Face: Vera Beatriz Telichevesky - Canoas - RS


FLORAIS DE BACH e TerapIAS IntegrativaS

Vaneska Santos - Vaneska Santos - terapeuta integral - empresa Vaneska Santos Terapias Integrativas - contatos: terapiafloralonline1@gmail.com e (62) 99977.6161 - Goiânia - GO




Florais de Bach para depressão como terapia complementar. Resultados notáveis (Daniel Mazzo - WhatsApp (11) 96503-153)

Os florais de Bach para depressão tem surtido efeitos. Este artigo descreve como trabalhamos dentro do contexto de psicoterapia para tratar os pacientes com florais de Bach para depressão e como os mesmos foram utilizados.
florais de Bach para depressão
Gorse
Mark P. Masi
Scientific Research in Homeopathy
Conference at University of Westminster
Convened and Chaired by Jayney Goddard.
Attended and reported on by Bryony Longden 8/6/08

Exemplos de casos

No início da terapia floral, cada paciente tinha sido diagnosticado com depressão maior (depressão com duração de pelo menos um período de 2 anos). O Inventário de Depressão de Beck (BDI) foi administrado para determinar o funcionamento da linha de base. (1) Com base numa avaliação da história de sintomas de cada paciente, uma seleção de florais de Bach para depressão correspondentes foram determinadas. Usando as orientações do dr. Bach para trabalhar com vários remédios florais, 2 gotas de cada foram colocados em um frasco de 30 ml, diluído com água de nascente e uma colher de chá de glicerina vegetal foi adicionada como conservante. A partir desta combinação de florais de Bach para depressão, que cada paciente foi previamente descrito a dose padrão de 4 gotas a serem tomadas sob à língua, 4 vezes ao dia. Durante 12 semanas, a resposta do paciente foi monitorada através de observação clínica gravada, o auto relato do paciente , e o BDI, o que foi repetido nas semanas 4, 8 e 12. Na prática clínica, uma redução de 50% nos escores em medidas como o BDI é geralmente considerada como um indicativo da capacidade de resposta terapêutica.

Caso 1

Senhora A, uma mulher casada de 45 anos de idade, apresentou-se com intensos sentimentos de tristeza e vazio que ela não conseguiu superar. Outros sintomas consistiam de anedonia, culpa excessiva sobre a sua condição, perda significativa de energia e libido, insônia, aumento de peso, e uma auto avaliação negativa. Ela informou que os sentimentos depressivos haviam ocorrido em maior parte de sua vida adulta, mas foram significativamente presentes e implacáveis nos últimos 5 anos. Ela foi incapaz de identificar qualquer precipitante para sua depressão. Queixou-se de sentir enorme dificuldade em realizar suas tarefas diárias (por exemplo, limpeza, cuidar do cachorro da família), o que ela achou difícil iniciar e concluir, e foi facilmente desencorajados quando ela era incapaz de cumprir as metas pessoais (por exemplo, após uma regime de exercícios ou concluir um projeto familiar), que acabaria por agravar a depressão. Embora ela parecesse ser uma pessoa brilhante e muito talentosa, ela foi perturbada por um sentimento interior de incerteza profissional e emocional.
Com base em seus sintomas, a Sra. A justifica um diagnóstico de transtorno depressivo maior crônico. O significado da sua depressão foi secundado por sua pontuação inicial de 35 no BDI, que cai dentro da faixa de grave. Ela relatou três tentativas anteriores de tratamento antidepressivo sem o menor sucesso. Em 1994, ela tinha se submetido ao uso de 3 meses de sertralina, e em 1997, ela tomou venlafaxina por um período de 3 meses. Em 1999 foi ministrado a ela, um antidepressivo dual por 3 meses. Quando começou o tratamento, ela não estava usando qualquer medicamento alopático ou complementar para sua depressão.

Tratamento

Foram sugeridos sete florais de Bach para depressão que podem ser úteis: Mustard (Sinapis arvensis) para melancolia e as ondas de depressão, que pareciam aparecer sem motivo conhecido, Gentian (Gentiana amarella) para aliviar o desânimo de contratempos, Pine (Pinus sylvestris) para resolver a culpa, Olive (Olea europaea) para a perda física de resistência, Elm (Ulmus procera) para eliminar o cansaço causado por suas responsabilidades diárias, Hornbeam (Carpinus betulus) para aumentar a energia necessária para iniciar e completar tarefas e Wild Oat (Bromus ramosus) para ajudar a facilitar a clareza espiritual e vocacional.
Durante as 12 semanas seguintes a condição da sra A foi monitorada durante a sua sessão de terapia individual e do BDI foi repetido nas semanas 4, 8 e 12. Seus BDI foram 35, 11, 12 e 11, respectivamente. Dentro de 4 semanas, a tristeza, sensibilidade à contratempos, e a culpa tinha diminuído significativamente. Durante suas sessões, ela começou a revelar seus conflitos de origem, que pareciam influenciar muito o jeito que ela respondeu a vivenciar as situações do dia a dia, incluindo um nível subjacente de ressentimento. Em seguida, no final da do tratamento com o primeiro frasco de florais de Bach para depressão, o Mustard, que tinha sido utilizado para tratar a depressão insidiosa e Pine, que foi selecionado para atingir a sua culpa excessiva, foram substituídos com Walnut (Juglans regia), para ajudar a romper com laços negativos do passado, e Willow (Salix vitellina) para aliviar a amargura e ressentimento de lesões emocionais da infância. Na semana 8 ela estava notando uma diminuição dos sentimentos de raiva e renovado interesse pela vida, e relatou um aumento da energia física. Até o final da sessão 12 ela estava menos autocrítica, e explorando ativamente suas crenças espirituais e interesses vocacionais. Ela também reuniu a energia para concluir um curso profissional em soldagem.

Caso 2

Senhora B, 40 anos, mulher divorciada, sofria de sintomas de depressão desde a infância. Queixava-se de sentir-se triste com períodos frequentes de choro, perda de energia, diminuição da libido, e uma incapacidade de encontrar a alegria na vida. As ondas de tristeza se manifestavam por nenhuma razão aparente e duravam várias semanas. Ocorriam períodos de melhora temporária, mas por curtos períodos de tempo, logo os sintomas retornavam.
Ela transmitia ambivalência sobre o relacionamento com seu noivo. Ela relatou uma tendência à procrastinação e descreveu um padrão em que outras pessoas pudessem criticá-la. Ela não conseguia também expressar verbalmente sua raiva. A depressão na paciente manifestou-se pela primeira vez aos nove anos de idade, após a morte de seu avô. Na hora de implementar a terapia floral de Bach em seu tratamento, tentando focar em florais de Bach para depressão, ela estava tomando sertralina, 100 mg /dia. Estava tomando esta medicação por dois anos e relatou que, enquanto a intensidade da depressão tinha melhorado, os estados disfóricos continuaram a atormentá-la. Ela também havia se envolvido em três cursos de psicoterapia, que lhe ajudaram a melhorar a autoconfiança e de tomada de decisão, mas não aliviou o humor depressivo. A primeira ocorreu 10 anos antes e durou sete anos. O segundo ocorreu dois anos mais cedo e durou seis meses. Eu estava vendo a sra B em psicoterapia semanal por seis meses antes de adicionar os florais de Bach para depressão em seu tratamento. Com base nos sintomas, o diagnóstico no início da terapia era transtorno depressivo maior.

Tratamento

Análise das queixas atuais da paciente e a história de sua depressão sugere a seguinte combinação de florais de Bach para depressãoMustard (Sinapis arvencies) para enfrentar as nuvens escuras da depressão, Star of Bethlehem (Ornithogalum umbellatum) para tratar as feridas causadas pela morte de seu avô, que precipitou a depressão, Olive (Olea europaea) para exaustão, Hornbeam (Carpinus betulus) para a procrastinação, Beech (Fagus sylvatica) para o espírito crítico em relação aos outros, Agrimony (Agrimonia eupatoria) para lidar com a tendência de reprimir as emoções desagradáveis, e Walnut (Juglans regia) para ajudar a facilitar a transição para o casamento. Um ajuste para a combinação foi feita durante a sexta semana, quando Star of Bethlehem foi substituído por White Chestnut (Aesculus hippocastanum) para tratar pensamentos preocupantes indesejados, que haviam emergido.
Durante as próximas 12 semanas, a condição da Sra B foi monitorada durante as sessões de terapia e do BDI foi repetido em intervalos de quatro semanas. Os escores do BDI foram 12, 13, 6 e 2, respectivamente. Pela oitava semana de terapia floral, a frequência de episódios depressivos por semana foi diminuindo e ela relatou mais prazer em sua vida. Ela também estava expressando seus estados de sentimentos com maior facilidade para o seu noivo, que resultou na confiança sobre o casamento que se seguiu. Na décima segunda sessão, a tristeza havia diminuído, e as padrões mentais negativos haviam se dissipado. Ela relatou renovada capacidade e vigor em completar tarefas, um aumento na libido, e sentindo-se menos irritável e irritada.

Uma visão geral da terapia floral de Bach

Os 38 florais de Bach são especialmente preparados líquidos e tinturas. Não é uma medicação física, neles  não contêm a substância molecular específica das flores. (2) Os remédios florais são preparados a partir da escolha de flores frescas, ainda molhadas de orvalho, colocando-os em uma tigela de vidro de água de nascente e deixando-os à luz do sol por várias horas durante o início da manhã. Com algumas flores selecionadas, um método é utilizado em que as mesmas são colocadas em uma panela com água de nascente e, em seguida, levado ao fogo até ferver. Em ambos os métodos de luz solar e de ebulição, um pouco de brandy (conhaque) é adicionada à água numa proporção de 1-a-1.
dr. Bach acreditava que nos remédios florais continham pequenas quantidades de energia vital da planta que lhe permitiu fornecer padrões vibracionais necessários para tanto neutralizar ou servir como um antídoto para o estado emocional negativo, comportamental ou estados cognitivos. Cada um dos 38 florais de Bach, corresponde a um desequilíbrio psicológico preciso e é adequado para o tratamento de uma ampla série de sintomas. Não há nenhum remédio floral padrão para qualquer transtorno como o mesmo problema vivido por diferentes indivíduos, que podem produzir inúmeras reações psicológicas. Cada indivíduo requer um tratamento único. Dependendo dos sintomas, as soluções podem ser utilizadas isoladamente ou em combinações com um máximo de sete florais. As soluções são tomadas na língua, ou em um pouco de água.
Os florais de Bach parecem não ter efeitos colaterais e não interferem com qualquer forma de tratamento, incluindo medicação homeopática, ervas ou alopática. É importante reconhecer que os florais de Bach parecem agir como catalisadores na liberação de estados psicológicos negativos indesejados. (3) Consequentemente, eles aparecem para potencializar a psicoterapia, uma modalidade de cura que também pretende trabalhar com os padrões mentais, em vez de reprimir estados psicológicos negativos.
Apesar de haver uma preponderância de depoimentos de pacientes e profissionais sobre os benefícios de cura da terapia floral de Bach, há poucos relatos publicados a respeito de sua eficácia no tratamento de doenças psicológicas. Até à data, o único estudo publicado que é de Campanini em que 115 pacientes que sofrem de depressão e ansiedade, foram tratados com as soluções. (4) Os investigadores relataram melhoria em 89% dos casos, e notaram que os remédios florais são completamente seguros e sem contra-indicação, não ocorrendo o menor efeito colateral. Houve também um pequeno estudo duplo-cego placebo mostrando o florais de Bach eficazes para aliviar o estresse situacional. (5)
Estima-se que 14 milhões de americanos sofrem de depressão maior, uma condição que pode resultar em prejuízo significativo na qualidade global e à produtividade da vida. Tragicamente, em média 15% destes indivíduos acabam por cometer suicídio. Os casos de Sra. A e Sra. B são descritos por causa dos resultados positivos que estas duas mulheres experimentaram quando os florais de Bach para depressão foram usadas em seu tratamento. Estes exemplos apoiam o trabalho de Campanini e colegas e são animadores, porque sugerem que os florais de Bach podem trazer alívio para aqueles que sofrem de depressão crônica, mesmo quando outros métodos de tratamento têm sido infrutíferos. Antes de usar os florais de Bach, essas duas mulheres tinham sofrido uma implacável depressão por muitos anos. Sra. A havia tinha realizado três tentativas anteriores de medicamentos, enquanto a Sra. B tinha sofrido uma duração total de oito anos de psicoterapia e 2 anos de intervenção psicotrópica.
Os profissionais que ganham experiência no uso dos florais de Bach para depressão crônica, estão muitas vezes bastante satisfeitos com os resultados. Como são ilustrados por estas casos, as soluções podem ser usadas em conjunto com a psicoterapia e medicamentos antidepressivos convencionais. No entanto, para que a comunidade clínica acredite neste tipo de terapia complementar, são necessários estudos científicos que examinem a eficácia dos florais de Bach para o tratamento de depressão crônica. Felizmente, pesquisadores com interesse, financiamento e perícia estão aparecendo para avaliar esta modalidade de cura.
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Referências bibliográficas:

1 Beck. AT. Ward. CH. Mendelson. M. Mock. Jerbaugh. J. An Inventory for Measuring Depression. Archives of General Psychiatry. 1961; 4:561-571.
2 Gerber. R. A Practical Guide to Vibrational Medicine. New York. NY: HarperCollins 2000
3 Richardson-Boedler. C. Applying Homeopathy and Bach Flower Therapy to Psychosomatic illness. New Delhi. India: B. Jain. 1998.
4 Campanini. M. Bach Flower Therapy: Results of a Monitored Study of 115 Patients. La Medicina Biologica. 1997; 15(2): 1-13.
5 Cram. JR. (In Press). A Psychological and Metaphysiological Study of Dr. Edward Bach’s Flower Essence Stress Formula. Subtle Energies.
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Por Marise Jalowitzki


 Marise Jalowitzki é educadora, escritora, blogueira e colunista. Palestrante Internacional, certificada pelo IFTDO - Institute of Federations of Training and Development, com sede na Virginia-USA. Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano saudável. marisejalowitzki@gmail.com 

blogs:
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