segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

POR UM NOVO LUGAR PEDAGÓGICO - Homeschooling - Ensino Domiciliar





Por Marcello Lasneaux
08.janeiro.2018
https://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/2018/01/por-um-novo-lugar-pedagogico.html



Por que não cumprimos nossa constituição?
[Art. 206.
O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:]
[I - igualdade de condições para o acesso e permanência na escola;]
COMENTÁRIOS:
Há pelo menos um rastro de verdade nesse caso? [tomando o universo total das escolas]
Então, por que há evasão?
Muitas da medicalizações e dos laudos não seriam o testemunho de uma desigualdade de tratamento à pessoa?
Não seriam muitos desses casos apenas o resultado de uma pressão sobre o psíquico do aluno em nome de um aproveitamento "igual" de alunos absolutamente desiguais?
Não seria então a única forma justa de verificação da aprendizagem que o ensino fosse disponibilizado e aferido de forma personalizada?
Por que há reprovação? O aluno realmente deve ser reprovado em uma situação em que ele teria de igualdade para acesso e permanência?
Por que escolas recusam portadores de necessidades especiais, particularmente as privadas?

[II - liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber;]
COMENTÁRIOS:
Por que não podemos educar em casa? Por EAD? 
Por que as famílias não podem decidir o que fazer sobre a educação de seus filhos? 
Por que precisamos da tutela do Estado para aprender? 
Por que não podemos ser livres para aprender o que quisermos? Por que "eles" acham que não aprenderemos nada?
E dentro dessa ficção de aprendizagem desenvolvida pelo Estado, estamos aprendendo tudo?
Por que nossos filhos não podem escolher o que estudar? 
Por que os jovens não podem seguir o percurso didático que quiserem, sob acompanhamento de um adulto preparado (ou não, no caso de 10% deles que são absolutos autodidatas...)?
POR QUE OS JOVENS NÃO PODEM SE RECUSAR A IR A ESCOLA, ADERINDO OUTRAS POSSIBILIDADES DE APRENDER, EM COMUM ACORDO COM SUA FAMÍLIA?

[III - pluralismo de idéias e de concepções pedagógicas.]
COMENTÁRIOS:
Por que não podemos ter escolas livres reconhecidas [além da tolerância às escolas internacionais, que não seguem as regras brasileiras e operam tranquilamente]?
Por que não podemos usar outras ideias de educação, como por exemplo: 
abolir provas, 
abolir recuperação, 
abolir reprovação? 
Abandonar totalmente critérios quantitativos e mirar nos qualitativos?
Com menos dias de aula? 
Com menos horas por dia?
Definir outros trajetos curriculares? 
Trabalhar com mais atividades autodirigidas? 
Acabar com sala de aula, com horários, com uniforme, com punições ridículas? 
Acabar com a arquitetura manicomial e hospitalar da escola? 
Acabar com uma hierarquia e uma organização de funções burocratizantes e emburrecedoras?
Por que não podemos ter mestres-escolas? 
Por que casas não podem virar escolas? 
Por que os espaços públicos de aprendizagem não podem virar escolas?
Mudar? Não faz parte do desejo de quem está ganhando o dinheiro do trabalho dos pais e do país. Os donos de escola, em sua maioria absoluta, só estão interessados no mercado e pronto. Os políticos, de comerciais que estampam que tudo está bem, os investimentos na área estão aumentando...
Então, eles se copiam, nada se criam. Enquanto, na escola pública, seus gestores vestem ternos, tem tinta na caneta e ocupam espaço de absoluta inércia, existe neles o desejo de ser tão "bom" quanto à escola privada, têm o suposto desejo da aristocracia para o povo. Então, também copiam. Ninguém muda.
Ah! Não! Chegou a hora de reagir! Chegou a hora de buscar os juristas progressistas, os inovadores do pensamento, os pais revoltados com o que fazem com seus filhos, os professores entediados com o que fazem, os alunos que já renunciaram essa escola que aí está, e os cidadãos de bem em todo o país.
Uma nova era está começando e me sinto oxigenado, a cada dia que passa para lutar.
POR UM NOVO LUGAR PEDAGÓGICO.





Marcello Lasneaux é Professor no Instituto Federal Brasília - IFB e Fundador e Consultor no Instituto Lasneaux - Brasília - DF



Querendo, leia também:

Homeschooling seria solução para muitas crianças e jovens que sofrem bullying?

Homeschooling seria solução para muitas crianças e jovens que sofrem bullying?
Sim, Homeschooling ainda não tem aprovação no Brasil, manter a criança fora da escola é considerado abandono intelectual. com sanções previstas no Código Penal, artigo 246. Mas, neste momento, há uma brecha. STF congelou os processos temporariamente e não está aceitando novos. Enquanto isso, mais e mais pais e mães vão se tomando de coragem!

Exposição a bullying torna a vida de muitas crianças e jovens um inferno na escola, quando este deveria ser um período de aprendizagem gratificante e enriquecedor.



Por Marise Jalowitzki




E mais:


Menino Ramses Sanguino"um dos mais inteligentes cinco anos de idade do planeta ', já está aprendendo sete línguas e resolução de equações matemáticas complexas - foi filmado aparentemente demonstrando telepatia em sua casa em Los Angeles, Califórnia. 

Dra. Powell afirma ter encontrado sinais de telepatia em pelo menos sete pessoas diferentes e estuda agora formas de expandir esta 'linguagem' para outros indivíduos em igual condição. MARAVILHA!

Quanto mais conheço, mais tenho certeza que é o Entendimento, a Aceitação das Diferenças, o fim do preconceito em todas as suas formas e um COMPROMISSO COLETIVO COM O BEM ESTAR DE TODOS OS SERES é que tornará esta humanidade, finalmente, mais humana e feliz.
A mãe declara: "Nós temos uma ligação muito estreita que pode ter algo a ver com suas habilidades - mas isso está além de qualquer coisa que eu poderia ter imaginado"


LIVRO TDAH CRIANÇAS QUE DESAFIAM
Informações, esclarecimentos, denúncias, relatos e dicas práticas de como lidar 
Déficit de Atenção e Hiperatividade

Ritalina e a Medicalização da Educação - a barbárie consentida pelos pais



Por Robert Garcia
08.janeiro.2018
https://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/2018/01/ritalina-e-medicalizacao-da-educacao.html


Muito se fala em ‘TDAH – Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade’, assim como a dislexia (distúrbio de aprendizagem) em crianças e jovens. Os “especialistas” médicos e os meios de comunicação tradicionais negam persistentemente estudos de desenvolvimento que estabeleceram que certas diferenças no cuidado e no núcleo familiar causam que algumas crianças sejam impulsivas e hiperativas.
Vejamos, um exemplo, um estudo de dez anos, financiado pelo Governo Federal nos Estados Unidos, relatado na reunião da ‘Sociedade de Pesquisa em Desenvolvimento Infantil’, descobriu que quanto mais tempo as crianças passavam na creche, mais incontroláveis se tornaram.
As crianças que passaram mais de 30 (trinta) horas por semana na creche marcaram significativamente maiores ligações em coisas como: “comportamento explosivo”, “falando demais”, “argumenta muito” e “exige muita atenção” – os próprios comportamentos que muitas vezes levam ao “tratamento” com o estimulante.
Conclusão de Nora Volkow, uma das maiores pesquisadoras sobre o abuso das drogas no mundo, Diretora do Instituto Nacional de Abuso de Drogas (NIDA):
“A cocaína, que é um dos maiores estimulantes e aditivos das drogas abusadas, tem ações farmacológicas muito semelhantes às do metilfenidato [Ritalina], que é a medicação psicotrópica mais comumente prescrita para crianças nos Estados Unidos.”
Esta conclusão, relatada por Nora Volkow apareceu nos Archives of General Psychiatry em 1995.
Um estudo de acompanhamento, publicado no ‘American Journal of Psychiatry’ em 1998, descobriu que as ações farmacológicas produzidas por via oral (dose “terapêutica”) as doses de ritalina foram comparáveis às produzidas por doses ‘recreativas’ de cocaína intranasal. Mas nós realmente acreditamos que os pais dariam aos seus filhos cocaína, mesmo que fosse apenas em forma de pílula?
Pesquisadores como Volkow demonstraram que o uso continuado de cocaína e outros estimulantes provoca alterações cerebrais. No entanto, nunca esses investigadores investigaram se o uso de estimulantes crônicos pode produzir os mesmos efeitos em crianças – o que obviamente sim, muito pior em crianças.
Enquanto isso, outros pesquisadores apontaram diferenças sutis em certas áreas do cérebro para sugerir que TDAH é uma doença biológica – uma reivindicação repetida no recente episódio da ‘Frontline’. A verdade é que todos esses estudos têm apenas ligação com indivíduos hiperativos que têm levado estimulantes há anos.

Pelo menos um estudo, publicado em 'Psychiatry Research' em 1986, foi honesto em suas descobertas: "uma vez que todo o paciente [TDAH] tinha sido tratado com estimulantes, a atrofia cortical [ie., a deterioração cerebral] pode ser um efeito adverso a longo prazo desse tratamento."
Os estimulantes não são a panaceia que os médicos “especialistas” pregam. Talvez toda essa hipocrisia possa ser desculpada se o "tratamento" estimulante funcionasse de alguma forma, mas não – pelo menos não para as próprias crianças.
Os pais foram encorajados a acreditar que o controle farmacológico aumentará a aprendizagem e as habilidades sociais de seus filhos, mas isso raramente acontecee sempre por determinado tempo. Dezenas de estudos objetivos avaliaram a eficácia a longo prazo de estimulantes no desempenho acadêmico das crianças, desenvolvimento social e autocontrole.
Nenhum mostrou que eles são eficazes para qualquer coisa, exceto controlar o comportamento das crianças – um efeito que desaparece quando a droga deixa de fazer efeito no organismo. Tais estudos raramente fazem as manchetes, no entanto, em vez disso, ouvimos falar de pesquisas dos EUA – "o estudo do MTA" – que dependiam fortemente de relatórios subjetivos de professores e pais, ignorando seus próprios achados objetivos, o que mostrou pouca promessa para o tratamento de drogas.

O MTA foi um estudo projetado para avaliar os principais tratamentos para TDAH, incluindo terapia comportamental, medicamentos e a combinação dos dois. O estudo incluiu quase 600 crianças, de 7 a 9 anos, que foram distribuídas aleatoriamente para um dos quatro modos de tratamento: gestão intensiva de medicamentos sozinho; tratamento comportamental intensivo sozinho; uma combinação de ambos; ou cuidados comunitários de rotina (o grupo de controle).
Fazendo diversas pesquisas, a mídia também encontrou uma cura onde não há uma.
A criança “sossega”, para de viajar, de questionar e tem o comportamento "zombie like" — como a própria medicina define. Ou seja, vira um zumbi — um robô sem emoções. Ao passar dos anos, descobriu-se uma série de efeitos colaterais em seu uso, causando danos irreversíveis ao sistema nervoso central (SNC) e a inteligência dos usuários.
Advogo que a criança deve ter a companhia e atenção dos pais para viver essa turbulência, juntamente com atividades com outras crianças na faixa etária da mesma, terapias (até mesmo com um profissional, não há problema nisso) e alternativas naturais (diversos tipos de chás, ervas e tantos outros fitoterápicos existentes, etc.) assim como a análise para a mudança comportamental completa, ao invés de entrar com drogas como a Ritalina ou qualquer outra substância nociva.

Robert Garcia, pesquisador, fundador e desenvolvedor do PNM – Pornografia? Nunca mais.
Autor do livro: Método PNM. Vencendo o vício pornô – Vol. 1. Edição virtual independente de 2017



Querendo, leia também, neste blog:

Menos pressão. Mais Inovação nos currículos. Mais Amor. Mais Compreensão. Brincar mais. 

O que já sabíamos. Só que os estudos eram 'lá-de-fora', sem maior divulgação por aqui. E, mesmo agora, por que estes resultados não são divulgados com, pelo menos, a mesma intensidade e frequencia que os "anúncios publicitários" pró-metilfenidato? O estudo ficou concluído em 2013!!!


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Déficit de Atenção e Hiperatividade


quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Síndrome de Serotonina - você conhece?

Muitas mães contatam comunicando que, especialmente combinado com o uso de ritalina, seus filhotes estão a receber também antidepressivos, para "melhorar o nível de serotonina", e "ficar mais alegrinho". Conheça os medicamentos que, tomados em conjunto, podem provocar a Síndrome de Serotonina ou Síndrome Serotoninérgica, que pode se tornar fatal. Anfetaminas (onde também estão incluídos metilfenidato - ritalina, concerta - e venvanse (dimesilato de lisdexanfetamina ) podem causar a Síndrome, especialmente quando tomados conjuntamente com antidepressivos (causando interação medicamentosa). Lembre-se, nenhum psicotrópico é um docinho! Informe-se sobre as outras medicinas e tratamentos. 

Publicado neste blog em 03.janeiro.2018 - link: https://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/2018/01/sindrome-de-serotonina-voce-conhece.html )

Síndrome de Serotonina - você conhece?
Por Vivian Ray Harris

"Como a maioria dos meus amigos e familiares sabem, o meu filho, Mark, morreu em 18 de maio de 2017. Devido à forma de sua morte, fomos obrigados a pedir uma autópsia para saber porque ele morreu. Recebemos recentemente os resultados da autópsia. Nós (a sua esposa, Wendy, e eu) queremos partilhar o resultado disso com a nossa família e amigos por duas razões.
Em primeiro lugar, muitas pessoas pensavam que o Mark tinha a sua própria vida. Enquanto aqueles de nós que passaram o seu último dia com ele sabiam que não era o caso, sem ter a autópsia, não podíamos dizer isso sem saber a causa pela qual ele morreu. Sabemos agora que ele morreu da síndrome da serotonina. Naquele dia fatídico, ele tomou o remédio contra a tosse e teve uma interação fatal com gabapentina, uma droga que seu médico prescreveu para uma utilização fora do rótulo para tentar ajudar com suas noites sem dormir devido aos desafios que ele enfrentou de ter diagnóstico de bipolar.
A segunda razão pela qual queríamos partilhar isto é lançar luz sobre a síndrome da serotonina. Trabalhei no campo de saúde mental há mais de 30 anos e nunca ouvi falar desta síndrome até o meu filho morrer. Acontece que, provavelmente, há muitas pessoas que são reféns desta síndrome e quase ninguém sabe quantas pessoas já morreram por causa disso. Se nós podemos fazer apenas uma pessoa pensar sobre seus sintomas e procurar ajuda antes que lhe aconteça algo pior, ou se nós podemos fazer com que um médico pense sobre os medicamentos que ele prescreve e de como esses medicamentos podem interagir com outros medicamentos que os médficos estão a prescrever, então alguma pequena coisa positiva pode advir da nossa indescritível perda.
O nosso filho morreu em duas horas de sintomas! Talvez, se tivéssemos entendido o que estávamos a ver e tivéssemos ajudado mais depressa, talvez ele ainda estivesse conosco. Nunca vamos saber. O que nós sabemos é que nós amamos Mark mais do que podemos dizer! O buraco em nossos corações nunca vai se curar e não queremos outra mãe, pai, esposa, marido, criança, irmão ou irmã a perder alguém por algo que é evitável.
Partilha a nossa publicação com todos os teus amigos e pede-lhes para partilhá-la com os seus amigos. Queremos que milhares de pessoas saibam sobre a síndrome de seratonina.
Ao tomar diferentes medicamentos prescritos juntos, pode acabar com muita serotonina no seu corpo. Alguns dos tipos de medicamentos que podem levar à síndrome de serotonina incluem os usados para tratar depressão, enxaqueca e para controlar a dor. Demasiada serotonina pode causar uma variedade de sintomas leves a graves. Estes sintomas podem afetar o cérebro, os músculos e outras partes do corpo. A Síndrome da serotonina pode ocorrer quando se inicia uma nova medicação que interfere com a serotonina contida no outro medicamento. Pode também ocorrer se aumentar a dosagem de um medicamento que já está a tomar. A condição é mais provável que ocorra quando duas ou mais drogas são tomadas em conjunto. A Síndrome da serotonina pode ser fatal se não receber um tratamento imediato.
Pode ter sintomas dentro de minutos ou horas após tomar uma nova medicação ou aumentar a dose de um medicamento existente. Os sintomas podem incluir: Confusão, desorientação, irritabilidade, ansiedade, espasmos musculares, rigidez muscular, tremores, tremores, diarreia, batimentos rápidos, ou taquicardia, pressão arterial elevada, náuseas, alucinações, reflexos hiperativos, ou hiperreflexia, pupilas dilatadas. Em casos graves, os sintomas podem incluir: Falta de ar, coma, convulsões, batimento cardíaco irregular e morte.
Por favor, se você usar os tipos de drogas listados a seguir, por favor, informe-se."




O que é a síndrome da serotonina?

A síndrome de serotonina é uma reação potencialmente grave de drogas. Acredita-se que ocorra quando muita serotonina se acumula em seu corpo. As células nervosas normalmente produzem serotonina. A serotonina é um neurotransmissor, que é um produto químico. Ajuda a regular:
  • digestão
  • fluxo sanguíneo
  • temperatura corporal
  • respiração
Também desempenha um papel importante no bom funcionamento das células nervosas e cerebrais e acredita-se que afete o humor.
Se você tomar diferentes medicamentos prescritos juntos, você pode acabar com muita serotonina em seu corpo. Os tipos de medicação que podem levar à síndrome da serotonina incluem aqueles usados ​​para tratar a depressão e enxaquecas, e gerenciar a dor. Muita serotonina pode causar uma variedade de sintomas leves a graves. Estes sintomas podem afetar o cérebro, músculos e outras partes do corpo.
A síndrome de serotonina pode ocorrer quando você inicia uma nova medicação que interfere com a serotonina. Também pode ocorrer se você aumentar a dosagem de um medicamento que você já está tomando. A condição é mais provável de ocorrer quando dois ou mais medicamentos são tomados em conjunto. A síndrome de serotonina pode ser fatal se você não receber tratamento imediato.

Síndrome de Serotonina


Revisado por Timothy J. Legg, PhD, CRNP em 7 de agosto de 2017 Escrito por Jacquelyn Cafasso

SINTOMAS

Quais são os sintomas da síndrome da serotonina?

Você pode ter sintomas dentro de minutos ou horas após tomar um novo medicamento ou aumentar a dose de um medicamento existente. Os sintomas podem incluir:
  • confusão
  • desorientação
  • irritabilidade
  • ansiedade
  • espasmos musculares
  • rigidez muscular
  • tremores
  • tremedeira generalizada e constante
  • diarréia
  • batimentos cardíacos rápidos ou taquicardia
  • pressão alta
  • náusea
  • alucinações
  • reflexos hiperativos ou hiperreflexia
  • pupilas dilatadas
Em casos mais graves, os sintomas podem incluir:
  • falta de resposta
  • coma
  • apreensões
  • arritmia cardíaca

Quais são as causas da síndrome da serotonina?

Normalmente, a condição ocorre quando você combina dois ou mais medicamentos, drogas ilícitas ou suplementos nutricionais que aumentam os níveis de serotonina. Por exemplo, você pode tomar medicamentos para ajudar com uma enxaqueca depois de tomar um antidepressivo. Certos tipos de medicamentos prescritos, como antibióticos, antivirais usados ​​para tratar HIV e AIDS, e alguns medicamentos prescritos para náuseas e dor também podem aumentar os níveis de serotonina.
Exemplos de medicamentos e suplementos associados à síndrome da serotonina incluem:

Antidepressivos

Os antidepressivos associados à síndrome da serotonina incluem:

Medicamentos de enxaqueca (categoria triptan)

Os medicamentos para enxaqueca em uma categoria de drogas chamada "triptanos" também estão associados à síndrome da serotonina. Esses incluem:

Drogas ilegais

Certas drogas ilegais estão associadas à síndrome da serotonina. Essas incluem:
  • LSD
  • ecstasy (MDMA)
  • cocaína
  • anfetaminas

Suplementos de ervas

Certos suplementos de ervas estão associados à síndrome da serotonina. Esses incluem:

Medicamentos contra a tosse

Certos medicamentos sem receita médica contra a tosse que contêm dextrometorfano estão associados à síndrome da serotonina. Esses incluem:
  • Robitussin DM
  • Delsym

Como é diagnosticada a síndrome de serotonina?

Não há teste laboratorial específico para a síndrome da serotonina. O seu médico pode começar por rever o seu histórico médico e os sintomas. Certifique-se de informar seu médico se você está tomando algum medicamento ou usou drogas ilegais nas últimas semanas. Esta informação pode ajudar seu médico a fazer um diagnóstico mais preciso.
O seu médico geralmente realizará vários outros testes. Estes ajudarão seu médico a descobrir se determinados órgãos ou funções corporais foram afetados. Eles também podem ajudar seu médico a descartar outras condições.
Algumas condições apresentam sintomas similares à síndrome da serotonina. Estes incluem infecções, overdose de drogas e problemas hormonais. Uma condição conhecida como síndrome neuroléptica maligna também possui sintomas semelhantes. É uma reação adversa aos medicamentos utilizados no tratamento de doenças psicóticas.
Os testes que o seu médico pode solicitar incluem:

Quais são os tratamentos para a síndrome da serotonina?

Se você tem um caso muito leve de síndrome de serotonina, seu médico pode apenas aconselhá-lo a interromper imediatamente a medicação causando o problema.
Se você tem sintomas graves, você precisará ir ao hospital. No hospital, seu médico acompanhará sua condição de perto. Você também pode receber os seguintes tratamentos:
  • retirada de qualquer medicamento que causou a condição
  • Fluidos intravenosos para desidratação e febre
  • medicamentos que ajudam a aliviar a rigidez muscular ou a agitação
  • medicamentos que bloqueiam a serotonina

Quais são as complicações associadas à síndrome da serotonina?

Espasmos musculares graves podem levar a uma quebra do tecido muscular. A ruptura deste tecido pode levar a danos graves nos rins. O hospital pode precisar usar medicamentos que paralisam temporariamente seus músculos para evitar maiores danos. Um tubo de respiração e um respirador irão ajudá-lo a respirar.

Qual é a perspectiva a longo prazo?

A perspectiva da síndrome da serotonina é muito boa com o tratamento. Normalmente, não há mais problemas, uma vez que os níveis de serotonina retornam ao normal. No entanto, a síndrome da serotonina pode ser fatal se não for tratada.

Como posso prevenir a síndrome da serotonina?

Você nem sempre pode prevenir a síndrome da serotonina. Certifique-se de que seu médico sabe quais medicamentos você está tomando. Seu médico deve monitorá-lo de perto se você estiver tomando uma combinação de medicamentos conhecidos por aumentar os níveis de serotonina. Isto é especialmente importante logo depois de iniciar uma nova medicação ou logo após aumentar sua dosagem.
A FDA requer rótulos de advertência em produtos para alertar os pacientes do risco de síndrome de serotonina. ( https://www.healthline.com/health/serotonin-syndrome#symptoms2 )
Outros sites:
Lisa L.:
Sinto muito pela sua perda. Eu também tive síndrome de serotonina e quase morri. Tenho uma lesão cerebral pelo resto da vida e ainda assim, com mais de 2 anos de medicina, ainda tenho muitos dos sintomas.



Paz, Amor, Serenidade, Otimismo!! Tudo vai dar certo!!!
Marise Jalowitzki
Educadora, escritora, especialista em Desenvolvimento Humano. Mãe, avó, tia e vários outros papéis humanos. Desejando aprender sempre!
Fundadora e uma das moderadoras do Grupo TDAH CRIANÇAS QUE DESAFIAM
 Marise Jalowitzki é educadora, escritora, blogueira e colunista. Palestrante Internacional, certificada pelo IFTDO - Institute of Federations of Training and Development, com sede na Virginia-USA. Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano saudável. marisejalowitzki@gmail.com 

blogs:
www.marisejalowitzki.blogspot.com.br 

LIVRO TDAH CRIANÇAS QUE DESAFIAM
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