quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Drogas para TDAH, psicopatas artificiais e morte súbita



Advertências para drogas usadas para tratar TDAH  chegam muito tarde para muitos 


Do Livro TDAH Crianças que Desafiam:
"De acordo com especialistas norte-americanos, as drogas do tipo das anfetaminas como Ritalina, Adderall (usado em narcolepsia, TDAH e como emagrecedor) e Dexedrine (EUA) e os inibidores seletivos de recaptação da serotonina (ISRS), como Prozac, Zoloft (usado em casos de distúrbios do humor, transtornos do humor, pânico, depressão maior, distimia), Paroxetina (Seroxat, Paxil, Paxtrat, Arotin... entre outros nomes comercias) e Luvox (maleato de fluvoxamina), Vyvanse (Venvanse, no Brasil) e Strattera (EUA) podem causar efeitos secundários graves.

Outra pesquisa, da FDA (Food and Drugs Administration), órgão de vigilância sanitária dos EUA, e do NIMH (National Institute of Mental Health), feita em 2009, traz mais dados assustadores. O risco de morte súbita para adolescentes que tomaram Ritalina é de dez a 14 vezes maior do que para aqueles que nunca usaram o metilfenidato. (pág. 124 - Efeitos colaterais e riscos devido ao uso de medicamentos psicotrópicos)



"Milhões de crianças estão em medicamentos estimulantes como Ritalina Adderall.
É uma notícia alarmante quando a pesquisa mostra que a incidência de morte súbita é 7,4 vezes maior entre elas (com idade entre 7 -19).
 
As crianças hiperativas mortas por estas drogas representam apenas a ponta do iceberg.
Você pode ter certeza que muitas mais crianças estão sendo  prejudicadas em diferentes graus e em variadas maneiras, sem qualquer consciência da família ou médico." (Sheila Rogers, Diretora ACN)

Sheila Rogers Demaré é uma líder no campo de terapias integrativas para transtornos neuropsiquiátricos. Ela é fundadora e diretora da organização sem fins lucrativos internacional Association for Comprehensive Neurotherapy e editora do site www.Latitudes.org, que se concentra em encontrar tratamentos alternativos para síndrome de Tourette, ansiedade, autismo, déficit de atenção / hiperatividade (ADD / ADHD), depressão, transtorno obsessivo compulsivo (TOC), tics e dificuldades de aprendizagem.


Por Evelyn Pringle
Em tradução livre por Marise Jalowitzki
28.janeiro.2016
http://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/2016/01/drogas-para-tdah-psicopatas-artificiais.html

Advertências para drogas usadas para tratar TDAH  chegam muito tarde para muitos 


"Os sinais e sintomas de psicose ou mania, especialmente alucinações, podem ocorrer em alguns pacientes sem fatores de risco identificáveis, em doses habituais de qualquer um dos medicamentos atualmente utilizados no tratamento de TDAH. ' (De um relatório da FDA Food and Drugs Agency) - (¹)

"Em um levantamento efetuado durante 5 anos, a FDA - Agencia reguladora de Alimentos e Drogas nos EUA, identificou cerca de 1.000 casos de psicose ou mania ligados às drogas, em seu próprio banco de dados e os dos próprios fabricantes de medicamentos psicotrópicos. Uma proporção substancial dos casos ocorreram em crianças em idade de dez anos, ou menos, uma população em que as alucinações não são comuns, disseram os autores (período: janeiro de 2000 e 30 de junho de 2005).

"A ocorrência de tais sintomas em crianças pequenas", eles escreveram, "pode ​​ser particularmente traumática e indesejável, tanto para a criança como para os pais."

"A predominância em crianças pequenas de alucinações, tanto visuais e táteis," ele afirmou, 'envolvendo insetos, cobras e vermes está em pauta, e merece uma avaliação mais aprofundada. "


Indução à Psicose

"Mas o fato de que estas drogas causam psicose não é noticiado. A taxa de eventos psicóticos foi relatado em um estudo canadense de igualmente 5 anos, de crianças diagnosticadas com TDAH, por Cherland e Fitzpatrick, em 1999. Entre as 192 crianças estudadas, 98 haviam tomado psicotrópicos estimulantes, principalmente, metilfenidato; sintomas psicóticos foram desenvolvidos em mais de 9% das crianças. Os sintomas psicóticos acabaram assim que a medicação foi interrompida.

"Segundo o psiquiatra, Dr. Stefan Kruszewski (²), 'As crianças que são medicadas cedo", diz ele, "não aprendem a desenvolver estratégias de enfrentamento para lidar com as situações que se apresentam nos diferentes estágios de desenvolvimento".





"Em vez disso", diz ele,"elas aprendem a confiar em drogas para resolver seus problemas, em detrimento do uso de seu potencial criativo para resolver problemas por conta própria ou com a ajuda da família, amigos, escola, música e as artes, igreja, passeios sociais, recreação e esportes. '
(...)
"Então, quando a FDA informou que a agência havia recebido centenas de relatos de comportamento agressivo em crianças que estavam a tomar medicamentos para TDAH, e até 20% resultou em uma lesão significativa ou hospitalização, isso não era novidade também. Especialistas dizem que é de se esperar um agravamento do quadro, já que as prescrições para estas drogas continuam a se multiplicar. (...)

As drogas TDAH estão criando uma geração de "psicopatas artificiais"

"O advogado, Barry Turner, professor de direito e ética médica em Leeds Law School, no Reino Unido, adverte sobre os perigos do "comportamento das crianças patologizadas. Ele diz que as drogas psiquiátricas têm um efeito desinibidor sobre as crianças e aqueles que crescem desinibidos sob influência de psicofármacos, tornam-se psicopatas.

"Psicopatas", ele explica, "são incapazes de se beneficiar de culpa, medo ou empatia ou orar-mentalizar sobre as vítimas... As drogas TDAH estão criando uma geração de psicopatas", ele adverte, "não porque esta é uma situação real, mas devido às crianças receberem uma lavagem cerebral para acreditar que elas são doentes mentais. ' Ao interromper o desenvolvimento do cérebro das crianças pequenas, explica ele, os fabricantes de medicamentos estão fabricando um pequeno exército de 'psicopatas artificiais. "

"Allen Jones, falando em nome da Aliança para a Proteção Human Research, disse aos conselheiros que a FDA deveria instruir a indústria farmacêutica para informar a FDA de todos os eventos adversos que foram relatados sobre os medicamentos imediatamente, e exigir que todos os ensaios clínicos sejam revistos, para que pesquisadores independentes possam revê-los. "Não temos o luxo de tempo de espera para os futuros ensaios", disse ele, "as crianças estão morrendo."


Relato de mãe que perdeu o filho por uso de medicação psicotrópica

"Tendo perdido o filho para os efeitos colaterais do Zyprexa antes que uma advertência foi adicionada ao seu rótulo, Ellen Liversridge, testemunhou a favor dos pais que perderam seus filhos. "Lamento particularmente hoje", disse ela,"pelos 51 mortos por uso de medicamentos para TDAH que foram anunciados pela FDA. Acho que a minha mensagem, em alto e bom tom é que você sabe que essas drogas podem causar efeitos colaterais graves e morte, incluindo morte súbita, hipertensão, enfarte do miocárdio, acidente vascular cerebral, e transtorno bipolar, possivelmente." 

"Sendo este o caso", ela declarou "exorto-vos a recomendar que essas drogas contenham uma tarja preta como advertência colocada na etiqueta, imediatamente. ' - para, pelo menos, os pais saberem. (³)

Número de casos é bem superior

"O número de mortes relacionadas ao uso de medicação para TDAH, citado na audiência, não reflete uma imagem fiel. Há muitas mais mortes registradas nos estados. Por exemplo, de acordo com o relatório, "Suicídios de Crianças na Flórida associados ao uso de Drogas Psicotrópicas" por Ken Kramer, dos 252 casos de suicídio em crianças menores de 18 anos, entre 2000 e 2004, trinta e seis envolviam drogas para TDAH.

"Porque o sistema de relatórios no FDA é voluntário, a agência admite que somente entre um e 10% das reações adversas são registradas. O que significa o porque de FDA e Big Pharma intencionalmente atrasaram a divulgação alertando o público sobre os perigos das drogas para TDAH, há provavelmente dezenas de milhares de vítimas de TDAH e nem sequer sabem o que aconteceu."



Extraído de um artigo no Countercurrents.org e escrito por Evelyn Pringle


(¹) - Eventos adversos associados com o tratamento medicamentoso do TDAH: Revisão de dados de segurança pós-comercialização, por Kate e Kate Phelan Gelperin, apresentado no dia 22 de março de 2006 na Reunião do Comité Consultivo Pediátrico - FDA

(²) - Dr. Stefan Kruszewski - Psiquiatra forense, ativo autor de denúncias envolvendo casos de erros médicos, superdosagens e etc., com foco particular em dependência química, neuropsiquiatria e neurofarmacologia.Testemunhou como perito em uma série de casos envolvendo medicamentos antipsicóticos, antidepressivos e analgésicos (incluindo opióides) e uma gama de doenças psiquiátricas. Destacando-se como investigador de fraudes, denunciou abusos e maus-tratos de medicos em crianças e doentes mentais, em centros de tratamento residenciais. Reconhecido e laureado pela excelência de seu trabalho, mora na Pensilvania-EUA. (https://en.wikipedia.org/wiki/Stefan_P._Kruszewski)

(3) - Nota de Marise: Infelizmente, no Brasil, devido à publicidade exagerada, a tarja preta de advertência parece fazer bem pouco efeito. Parece haver um 'senso-comum' que, apesar de 'ser perigoso, temos de correr o risco..." - decidindo sobre a vida do filho...As mães recebem o aconselhamento dos prescritores sobre 'melhor assim' e seguem, inadvertidamente, medicando com psicotrópicos, apesar de haver outros tipos de tratamento!"


  Marise Jalowitzki é educadora, escritora, blogueira e colunista. Palestrante Internacional, certificada pelo IFTDO - Institute of Federations of Training and Development, com sede na Virginia-USA. Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano saudável. marisejalowitzki@gmail.com 

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Crianças obesas e Ansiedade



crianças obesas têm um risco de 30% a 40% maior de, no futuro, sofrerem enfarte ou outras doenças isquêmicas cardíacas

Segundo a ONU, são 40 milhões de crianças obesas no mundo


Por Edson Damiao

"Ontem na tv aberta vi uma reportagem sobre crianças obesas que me assustou.
O número de crianças com sobrepeso aumenta esponencialmente e, além da publicidade midiática, os pais também são antimodelo alimentar.

Praticamente, posso dizer que o problema pode ser visto sob dois aspectos:
- primeiro: a maioria dos pais não é exemplo de boa alimentação para os filhos; comida tipo 'retira do saquinho e coloca no microondas' dá menos trabalho;
- segundo: a ANSIEDADE, percebe-se, estava presente em todos os casos de crianças que apareceram na matéria; ou seja, se não tratar a origem (e vejo que a ansiedade ali não está instalada somente na criança; está nos pais tb), sem tratar a base, a origem, fica difíci!

Por isso, em meus atendimentos, procuro sempre convidar e envolver os pais.

Com todo respeito aos Nutricionistas, mas criam-se belos cardápios e dietas, mas a ansiedade, não sendo tratada, sempre estará ali; e pior, a criança acaba transpondo a ansiedade e compulsão para outro coisa ou outro objeto; e isso não é psicologismo não.

Estamos vivendo momento do ter-ter e ter nesse mundo tecnológico capitalista é consumir e consumir, "confortavelmente"; muitas escolas tb incentivam isso; somado ao que as crianças recebem intensivamente em casa, dá no que vemos!

EU CREIO EM UMA EDUCAÇÃO COM MAIS VALORES HUMANOS!

Edson Damião é psicopedagogo, terapeuta floral e arteterapeuta no RJ - Instituto Memória, Atenção e Aprendizagem

Vamos proporcionar novas visões à criança? 
Vamos envolver os pais, para que sejam, efetivamente, modelo e exemplo?


O aspecto emocional subjacente é que leva à compulsão por alimentos. É uma forma de compensar outras necessidades e-ou frustrações. Aliados a isso, os alimentos industrializados possuem componentes que, literalmente, viciam, aumentando a compulsão. 

Círculo vicioso que só se rompe quando a família toda se envolve, resolve mudar seus hábitos alimentares e emocionais. Mais diálogo, mais entendimento, novo jeito de tratar e se relacionar.


"Agradavelmente,vemos alguns profissionais, especialmente da Europa, debruçados sobre pesquisas de todo o entorno da criança e do adolescente: família, contexto da escola, hábitos, lazer e expectativas, para, então, sob uma visão biopsicossocial, encaminhar para um tratamento psicológico, que poderá incluir ou não, medicação (preferencialmente a homeopática). Temos de envidar esforços para que o Brasil também atinja este patamar, bem como todos os países da América Latina e mundo. [É preciso observar] a alimentação como fonte me melhoria de todos os sintomas que prejudicam o comportamento, especialmente em sala de aula." (Livro TDAH Crianças que Desafiam - pág 166, Capítulo 'Dieta Especial pode ajudar portadores de TDAH')
    



Crianças obesas têm risco até 40% maior de enfarte
A obesidade infantil pode trazer mais riscos do que se supunha anteriormente. Uma revisão de estudos feita pela Universidade de Oxford concluiu que crianças obesas têm um risco de 30% a 40% maior de, no futuro, sofrerem enfarte ou outras doenças isquêmicas cardíacas, em comparação a crianças com índice de massa corpórea (IMC) normal.

A pesquisa teve como base 63 estudos anteriores que analisaram 49.220 crianças e adolescentes saudáveis de 5 a 15 anos, moradores de países desenvolvidos. Os resultados foram publicados na edição desta quarta-feira da revista científica British Medical Journal.

De acordo com o estudo, as crianças obesas e com sobrepeso apresentam maior pressão arterial e maior concentração de colesterol e de triglicérides no sangue. Esses são alguns dos fatores responsáveis por elevar os riscos cardiovasculares desse grupo, em relação ao grupo com peso normal.

IMPACTO - O resultado da maior prevalência de obesidade entre as crianças nos últimos anos provoca impacto nos consultórios dos cardiologistas, de acordo com o médico João Vicente da Silveira, do Hospital São Luiz. “Estamos observando que os jovens estão tendo doenças cardiovasculares cada dia mais cedo”, diz o cardiologista. Ele acrescenta que os grandes vilões são comida em excesso e sedentarismo.

Enquanto os riscos cardiovasculares passam a ser mais significativos apenas quando a criança entra na fase adulta, a obesidade infantil também representa risco imediato, de acordo com a endocrinologista Claudia Cozer, diretora da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso). Ela conta, por exemplo, que é cada vez mais comum crianças e adolescentes desenvolverem a diabete do tipo 2 e também níveis elevados de ácido úrico. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

Fonte: Agência Estado
http://www.radiocultura1130.com.br/v3/noticiasVer.php?id=14138



quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

TDAH - Quando o adolescente chora e pede para não tomar mais a ritalina






TDAH - Quando o adolescente chora e pede para não tomar mais a ritalina



Por Marise Jalowitzki
21.janeiro.2016
http://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/2016/01/tdah-quando-o-adolescente-chora-e-pede.html

Ainda sob impacto. 
O que você faria de soubesse que uma filha de 14 anos chora e pede pra mãe não tomar mais ritalina (que toma desde os 10, porque era "agitada" na aula)? nunca fez eletrocardiograma depois de iniciar o tratamento... e, em nova consulta médica, outro neuro acrescenta imipramina pra depressão? e a filha já está se automutilando na escola, falando que quer morrer, que vai se matar? 
Felizmente, a mãe entrou em contato, solicitando ajuda.
Tivemos dois longos contatos, já. 
Deixei várias dicas.
Agora é com a mãe. E a filha. E o pai. E a escola. E a psicóloga.
E talvez trocar o neuro. OU O TIPO DE TRATAMENTO.
Enviando boas vibrações para toda a família.
A vida é muito curta para que nos deixemos ficar presos aos dogmas impostos pelo socialmente instituído!
Hora de rebentar as amarras de tantas convenções e permitir que o Amor e a Compreensão aflorem!

Transcrevo o que trocamos:

"Bom dia, lendo um artigo seu despertou-me a curiosidade de lhe escrever, minha filha tem 14 anos e mais ou menos 5 anos foi diagnosticada com TDAH desde entao ela toma ritalina de 10mg so que esse medicamento a coloca mais agitada, ja informei isso ao neuro que ela faz tratamento, ha alguns meses atras ela deu uma crise depressiva  e o neuro que a atende estava de ferias, levei-a em outro e ele incluiu a imipramina, agora ela esta fazendo acompanhamento com uma psicologa, mas percebo que tem dias ela ainda fica muito deprimida, e no contesto acho que toma muito remedio pela idade dela, Hoje a levei no neuro que a acompanha e ele disse para nao continuar com a imipramina so com a ritalina e com uso direto,  o que vc me orienta a fazer?"

Amiga
Caso queiras, complementa estas questões:
- Quais foram os sintomas que a levaram a receber o diagnóstico de TDAH há 5 anos?
- É o mesmo neurologista que a atende desde então?
- O que mudou no comportamento dela desde o início do tratamento com este psicotrópico?
- Como foi a crise de depressão e quanto tempo durou? O que ela fez-comentou?
- O que tua filha, agora com quase 15 anos, opina sobre tomar o psicofármaco?
Longe de mim 'opinar' sobre a decisão do especialista.
Posso deixar alguns dados em decorrência de minhas pesquisas sobre fatos que não são tão divulgados por aqui.
Abraços



Querida, antes de iniciarmos nosso colóquio, quero deixar os parabéns a ti que, como mãe amorosa, estás a buscar alternativas para melhorar a qualidade de vida de tua filhota. Algumas mães já jogaram a toalha e esperam "o futuro" tomar conta. Só que depois quando um mal maior acontece, choram e se desesperam. 
Outras, continuam na batalha, como tu. Bençãos por isto!

Tua filha está a pedir socorro. Cabe a ti consultar teu coração para tomar uma decisão corajosa, que é procurar um neuropediatra homeopata e trocar estes medicamentos. Eles são a causa destes pensamentos de auto-mutilação e mesmo pensamentos suicidas e podem levar a situações extremas, sim.
Não sei qual o artigo que leste. Há vários outros que posso enviar o link, sobre temas atinentes ao que tua querida filhota apresenta.
No caso de procurares um homeopata, o que é BEM importante, já que ela toma psicotrópicos há vários anos, ele irá receitando outras homeopatias e reduzindo gradativamente os alopáticos. 

Ritalina
A Ritalina, assim como o Concerta, não pode ser cortada ao meio (o comprimido). O que costuma acontecer é ir aumentando o intervalo entre as dosagens. Em paralelo, homeopatias para concentração vão sendo administradas em conjunto. (Concerta é totalmente proibido cortar em partes, tem de ser engulido inteiro).
Ritalina NÃO é indicada para crianças-adolescentes agitadas, não é indicada para nervosismo ou ansiedade, apenas ajuda a focar por algumas horas, enquanto o metilfenidato age no cérebro. E os riscos podem ser gravíssimos. 

Tua Filha está realizando periodicamente um ECG - Eletrocardiograma? Pois há vários casos (incluindo morte) onde os pais nada sabiam a respeito e o(s) pequeno(s) simplesmente caíram em meio a um jogo ou brincadeira e, na autópsia, o coração erá maior do que o de um adulto. Querendo, tenho os links sobre. Também relato isto no Livro "TDAH Crianças que Desafiam".

Muitos especialistas declaram que o uso de psicotrópicos, em casos reconhecidamente graves, não deve ultrapassar 1 ano, máximo dois anos, sempre monitorando.

Imipramina
Quanto à imipramina, ela nem deveria estar tomando, receita que nem deveria existir, pois os antidepressivos tricíclicos não são liberados para crianças, especialmente para casos diagnosticados como TDAH. 
A FDA (Foods and Drugs Agency - Agencia Reguladora de Alimentos e Drogas dos EUA) e o NIMH - National Institute of Mental Heath - Instituto Nacional de Saúde Mental, orgãos cujas diretrizes o Brasil segue, não liberam este psicofármaco para crianças, somente a partir dos 18 anos.
O uso é "off-label" - "fora-de-rótulo", ou seja, está sendo receitado para indicações não aprovadas por ocasião da autorização de comercialização.

Esta orientação (de não receitar antidepressivos tricíclicos para crianças) não vem sendo seguida por muitos médicos brasileiros, ou por desconhecimento ou imperícia mesmo!
Antidepressivos tricíclicos são denunciados todos os dias como uma das maiores causas de suicídio, especialmente entre jovens.Suicídio é a 3ª causa de morte entre adolescentes e jovens.

A maioria dos psicofármacos começa funcionando bem. Depois de um determinado tempo, volta ao que era antes, ou piora, ou aparecem outras complicações (que os médicos chamam de comorbidades). São, na verdade, efeitos colaterais dos medicamentos. Eles tem TANTA contraindicação que os médicos, por vezes, nem sabem tudo e, aí, receitam um que interage com o outro, mais a alimentação indevida e a zorra está feita.

Cabe aos pais tomar a decisão de continuar administrando.

Tela do artista e amigo Santosh - San Dihr, da ìndia - Family


Mudança de Dieta
Bebidas, retirar ao máximo os refrigerantes e sucos de caixinha.
Na alimentação, retirar os farináceos, todos os produtos industrializados, aumentar pra caramba o uso de frutas e verduras, usar leites vegetais (tenho um link com várias receitas) em lugar do leite de origem animal, suprimir (ou, pelo menos, diminuir) a carne vermelha = tudo isso ajuda para diminuir a agitação, o nervosismo, a ansiedade.
Usar castanhas, tâmaras e cacau in natura (sem açúcar), ginkgo biloba, ginseng = para aumentar a concentração.

E tem os Florais de Bach, maravilhosos, que dão efeitos importantes e, para muitos adolescentes, bem rapidamente. Não sei se já leste a respeito. Tenho alguns links que explicam tudo direitinho. Os Florais de Bach (e todos os outros florais) não possuem qualquer contra-indicação, podem ser administrados junto aos alopáticos, totalmente liberados pela ANVISA. O "Portal de Entrada" é sempre o Rescue Remedy, o Floral das Emergências e pode ser pedido em qualquer farmácia de manipulação homeopática.

Conversa com a psicóloga, seriamente. Diz da tua intenção de mudar de neuro e diz que queres contar com o auxílio-parceria dela. 

Para nos situarmos um tanto mais nas questões, enumerei e coloquei o teu parecer logo após. 

1 - Quais foram os sintomas que a levaram a receber o diagnóstico de TDAH há 5 anos?
"o sintomas na epoca era a distração, a dificuldade de aprendizagem ( aprendia hj e em poucos dias nao lembrava mais como se fazia) , a dificuldade de concluir tarefas mesmo as mais simples, a agitação."


2 - É o mesmo neurologista que a atende desde então?

"Nao, quando ela teve a crise ele estava de ferias ai precisei levar em outro."



3 - O que mudou no comportamento dela desde o início do tratamento com este psicotrópico?
"Apos o inicio da Ritalina ela obteve mais concentracao, melhorou a agitaçao ( tem dia que fica ansiosa, fala muito fica agitada)."

4 - Como foi a crise de depressão e quanto tempo durou? O que ela fez-comentou?

"Ela teve uma briga com o pai e se cortou na escola, a crise durou mais ou menos uma semana, mas depois disso tinha dias que so chorava, comia pouco outros dias comia muito e so chorava, falava que queria morrer,"



5 - O que tua filha, agora com 15 anos, opina sobre tomar o psicofármaco?

"Ela chora por saber que precisa tomar remedio, pois hj ela toma a Ritalina, ainda esta tomando a Imipramina e foi diagnosticada com um cisto ai toma o anti concepcional,
Hoje ela faz acompanhamento com uma psicologa e disse que essa é melhor que a outra que ela fez o tratamento logo no inicio."

"Bom dia Marise, muito obrigada pela sua atencao, o artigo que li foi compromisso consciente - TDAH IMIPRAMINA, ai dispertou-me o interesse em pedir-lhe ajuda, estarei conversando com a psicologa dela e levando-a a uma medicina alternativa. Em minha cidade existe esse tratamento  com homeopatia. Vou procurar um profissional, sim, é mais seguro, mesmo meu coracao tendo certeza que faria o melhor por ela. Em relacao aos links gostaria sim de recebe-los, o da alimentacao, atinentes e se tiver mais algum que vc entenda que pode me ajudar agradeço, interessante que nenhum dos dois neuro que ela passou pediu novamente o ECG, ela so fez no inicio do tratamento, li tambem que ela deve fazer exame de sangue regularmente mas nao entendi vc saberia me explicar?
Fico feliz por saber que existem pessoas como vc para nos ajudar.
Um abraço."



É preciso coragem para mudar, mas, tenho certeza de que, caso consigas conversar direta e francamente com tua pequena, dizer de tuas intenções em atender o pedido dela de sair da medicação, ir avaliando como ficam as homeopatias e florais (há também uns fitoterápicos, também livres de controle, que compra em lojas de produtos naturais - geralmente identificados para Ansiedade - um composto com kawa-kawa, erva-cidreira, maracujá, em comprimidos). Cuidar da alimentação e continuar com a terapia, MUITA coisa vai melhorar. As relações familiares também precisam passar por um ajuste, que será mais fácil quando todos entenderem melhor o que são estes sintomas. Há orientações pontuais nos artigos e  Livro. 
Aguardo e torço pelo melhor!

Abraços

Deixo alguns links:
Este primeiro considero importante que já possas introduzir, independente da homeopatia, sem mexer nos demais. Lê e faz o que teu coração diz.


TDAH - Carne vermelha, açúcar, alimentos industrializados e hiperatividade - Nutrição e Saúde Mental - http://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/2015/09/tdah-carne-vermelha-acucar-alimentos.html

Dieta especial ajuda portadores de TDAH, Autismo e outros distúrbios de comportamento - assista tambem ao video -http://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/2015/09/dieta-especial-ajuda-portadores-de-tdah.html

TDAH - Ritalina, uma perigosa "facilidade" para os pais (importante declaração do psiquiatra Ranna) - http://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/2015/10/ritalina-uma-perigosa-facilidade-para.html
TDAH - Metilfenidato é Schedulle II - Mesma Classificação que a cocaína - Segundo a Classificação de Drogas dos EUA, que o Brasil segue - http://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/2015/10/tdah-metilfenidato-e-schedulle-ii.html



À medida que for lembrando de mais algum, envio.
Querendo, depois me envia como vão as coisas.
Desejando o melhor, sempre, especialmente para tua pequena!
Bençãos e Alegrias!




"A clomipramina pode dar taquicardia e prolongamento do intervalo QT. Foram descritos casos de morte repentina em idade evolutiva após o uso de outros tricíclicos (desipramina e imipramina).

Especificamente, acerca do uso da imipramina no tratamento da desordem de atenção primária/hiperatividade, o FDA (Órgão americano de regulamentação de fármacos e de alimentos), não aprovou o seu emprego para uso em crianças.



Para ler este artigo na íntegra, clique

http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2014/04/o-lucas-tem-acordado-meio-confuso.html


Que nossos pequenos possam viver a Vida que vieram para viver, ditada por Aquele que Nos Fez!


E mais:

" O que é importante notar aqui é que Matthew
não tinha qualquer condição cardíaca
pré-existente ou defeito."
 (
Heather Smith - Pai de Matthew)

Protocolo de Autópsia - Morte do Menino Matthew devido ao uso prolongado de Ritalina

Por Marise Jalowitzki

http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2014/11/protocolo-de-autopsia-morte-do-menino.html
















Déficit de Atenção e Hiperatividade -
TDAH e o uso de psicotrópicos,
incluindo o metilfenidato

Por Marise Jalowitzki

http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2014/05/tdah-suicidio-e-auto-mutilacao-podem.html 





"Não tome Ritalina® se você 
sofre de ansiedade, tensão ou 
agitação...  

Quem entende? Diz na Bula - Ritalina não é para agitação ou ansiedade!

Segundo resultados de uma pesquisa publicada em maio de 2013, nos EUA, nove em cada dez médicos receitam psicotrópicos para crianças logo na primeira consulta. 
Por Marise Jalowitzki




Pais, exijam todas as informações e
exames necessários antes de medicar
seus filhos! 
Ritalina não pode ser usado por quem tem problemas cardíacos
Por Marise Jalowitzki
Publicado neste blog em 16.setembro.2014  - incluindo texto transcrito do Livro TDAH Crianças que Desafiam (*)
http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2014/09/ritalina-nao-pode-ser-usado-por-quem.html





Florais ampliam sua utilização, pela eficácia!










Por Marise Jalowitzki
05.março.2015
http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2015/03/tdah-e-florais.html





 Marise Jalowitzki é educadora, escritora, blogueira e colunista. Palestrante Internacional, certificada pelo IFTDO - Institute of Federations of Training and Development, com sede na Virginia-USA. Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano saudável. marisejalowitzki@gmail.com 

blogs:
www.marisejalowitzki.blogspot.com.br 

LIVRO TDAH CRIANÇAS QUE DESAFIAM
Informações, esclarecimentos, denúncias, relatos e dicas práticas de como lidar 
Déficit de Atenção e Hiperatividade