sexta-feira, 30 de junho de 2017

Bater não educa - Lei da Palmada, Bíblia e Castigo Físico pelos Pais - Provérbios 29.15 e Legislação - Conflitos ou Concordância?

Provérbios 29.15 

Usar "Mecanismo físico" não significa "castigo físico" ou "agressão física". Mecanismos físicos utilizados por muitos pais conscientes: realizar alguma tarefa como forma de refletir sobre o que fez, ler texto educativo que ajude a entender a situação de conflito gerada, ficar sem jogar os games que tanto gosta por um tempo determinado, não ver filme no final de semana, não ir a determinado passeio, etc. - tudo consensado previamente. A criança aprende limites sem traumas, como deve ser.
Esta ideia arcaica que "se o pai não bater, a polícia mais tarde vai" é típica de quem não sabe o que sejam, efetivamente, limites e como se pode - e se deve - disciplinar uma criança sem bater, sem agredir física ou emocionalmente.


Querendo, acesse este artigo:





http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2015/04/tdah-e-acordos-quadro-de-tarefas-perdas.html



Por Marise Jalowitzki, e transcrição da Conclusão do trabalho de  e  - publicado neste blog em 30.junho.2017 - http://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/2017/06/bater-nao-educa-lei-da-palmada-biblia-e.html
Logo que publiquei o texto do pediatra Carlos Gonzáles, afirmando que todos os castigos são inúteis, alguns leitores contataram para lembrar dos textos bíblicos do Velho Testamento, onde há citações explícitas sobre o "uso da vara" pelo pai, para disciplinar os filhos e que os pais que amam seus filhos usam da vara (castigo físico) para disciplinar. 
Tais observações geraram  um interessante estudo por parte dos pesquisadores brasileiros Adriano Brito Feitosa (advogado) e Renato de Oliveira Macêdo (teólogo), já que, em nosso país, é dada a liberdade de culto religioso e sua aplicação do cotidiano das diferentes comunidades, o que inclui a sociedade familiar. 
http://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/2017/05/todos-os-castigos-sao-inuteis-diz-o.html

O interesse destes em analisar ambos textos foi verificar se havia conflitos entre o que reza o livro sagrado para muitas religiões e o que estabelece a legislação vigente. Parte de uma análise histórica da tradição dos povos e sua contemporaneidade, sob a luz da Lei promulgada em 2014, votada após a trágica morte do menino Bernardo Boldrini, em Crissiumal, aqui no RS.
Querendo, leia:
Por Marise Jalowitzki

Transcrevo a conclusão a que chegaram os pesquisadores. 

Provérbios 29.15 e a Lei da Palmada

A utilização de mecanismos físicos na educação das crianças e adolescentes, no senso comum, sempre foi aceita e tolerada. A forte influência da cultura judaico-cristã, no mundo ocidental, sedimentou esse entendimento. A base para esta forma de pensa é a Bíblia, que tem, principalmente, no livro de Provérbios os principais conselhos para que os pais sejam firmes na educação dos filhos, tendo a vara como um mecanismo possível de ser utilizado.
Após análise detida do texto bíblico de Provérbios 29.15, por meio do processo exegético, pôde-se constatar que a Bíblia não proíbe a utilização de mecanismos físicos na educação da criança e adolescente. O que ela proíbe é a exacerbação que gere espancamento e humilhação.
A Lei da Palmada inovou o ordenamento jurídico brasileiro, gerando controvérsias quanto a utilização de mecanismos físicos na educação da criança e adolescente. Contudo, como demonstrado, tal controvérsia é injustificada.
A intenção do legislador foi a de coibir os atos violentos contra as crianças e adolescente, praticados pelos pais ou responsáveis.
Desta forma, a Lei da Palmada não tem o condão de proibir os pais de educarem seus filhos, e em caso de situações necessárias, utilizar mecanismos físicos.
O que a Lei da Palmada impede é o “castigo físico”, ou seja, a “ação de natureza disciplinar ou punitiva aplicada com o uso da força física sobre a criança ou o adolescente que resulte em sofrimento físico ou lesão” e o “tratamento cruel ou degradante” que se refere à “conduta ou forma cruel de tratamento em relação à criança ou ao adolescente que humilhe, ameace gravemente ou ridicularize”. Assim, pais ou responsáveis, não incorrendo na proibição legal, poderão corrigir as crianças e adolescentes que estão sob seus cuidados, por meio de mecanismos físicos.
Conclui-se, que não existe conflito entre o texto de Provérbio 29.15 e a Lei nº 13.010, de 26 de junho de 2014, ambos autorizam a utilização de mecanismos físicos na educação da criança e adolescente, desde que não cause sofrimento físico, ou lesão, ou que consista em humilhação, levando a criança ou o adolescente a ridicularização. Por consequente, o direito de liberdade religiosa não é violado pela Lei da Palmada.
Para ler na íntegra todo este interessante trabalho, acesse: https://jus.com.br/artigos/58567/proverbios-29-15-e-a-lei-da-palmada/1

Adriano Brito Feitosa - Graduado em Direito. Possui especialização em Advocacia Trabalhista, Direito Constitucional e Relações Pessoais e Gestão de Conflitos. Está no terceiro ano da graduação em Teologia. É advogado. É professor das disciplinas de Direito na Faculdade Adventista da Bahia. Já foi Técnico Judiciário no Tribunal de Justiça de Rondônia, onde exerceu o cargo de Conciliador Judicial; foi estagiário de Direito: Tribunal de Justiça, Justiça Federal, Procuradoria Geral, Ministério Público Estadual e Ministério Público Federal.


Renato de Oliveira Macêdo - Bacharel em Teologia pelo Seminário Adventista Latino Americano de Teologia (SALT-IEANE). Licenciando em Pedagogia e Pós Graduando em Relações Pessoais e Gestão de Conflitos, pela Faculdade Adventista da Bahia (FADBA), Bahia.


Informações sobre o texto

Como citar este texto (NBR 6023:2002 ABNT)

FEITOSA, Adriano Brito; MACÊDO, Renato de Oliveira. Provérbios 29.15 e a Lei da PalmadaRevista Jus Navigandi, ISSN 1518-4862, Teresina, ano 22n. 510725 jun. 2017. Disponível em: <https://jus.com.br/artigos/58567>. Acesso em: 30 jun. 2017.

BIBLIOGRAFIA

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________. Decreto Nº. 99.710, de 21 de Novembro de 1990. Promulga a Convenção sobre os Direitos da Criança. Brasília, DF: Senado Federal. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/1990-1994/d99710.htm>. Acesso em 28, maio, 2017.
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VAUX, R. de; OLIVEIRA, Daniel de. Instituições de Israel no Antigo Testamento. São Paulo - SP: Teológica, 2003.
Poderá gostar de ler também este:




Por Marise Jalowitzki
08.maio.2015



Só o Amor pode reformular todo este caos social 
em que estamos inseridos!
 Marise Jalowitzki é educadora, escritora, blogueira e colunista. Palestrante Internacional, certificada pelo IFTDO - Institute of Federations of Training and Development, com sede na Virginia-USA. Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano saudável. marisejalowitzki@gmail.com 

http://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/

Para adquirir e obter mais informações, veja no blog  (AQUI) ou encaminhe e-mail para:
marisejalowitzki@gmail.com  

Feliz ninguém fica doente, diz Claudio Rhein, especialista em medicina chinesa




Por Claudio Rhein
publicado neste blog em 30.junho.2016
http://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/2017/06/feliz-ninguem-fica-doente-diz-claudio.html

Feliz ninguém fica doente.
É, portanto, a energia desse estado emocional contrafeito, que se transforma 
no que chamamos de doença.
Não importa o nome da enfermidade, pois ela é simplesmente a expressão fisica desse desequilibrio interno que deixa a gente amargurado.
Assim, a doença não é aquilo que o corpo apresenta, ou que os exames mostram, sendo ela apenas a manifestação no corpo daquilo não elaborado no mundo das emoções.
Sem raiva, medo, tristeza ou preocupações não há como qualquer doença corporizar-se.
A doença não deveria chamar-se cancer, artrite, AVC, ou seja lá o nome que for, mas deveria ser chamada pelo nome correto : raiva, medo, tristeza, preocupação... Somente então a coisa poderia ser tratada de forma convincente.
Talvez um dia se chegue lá (provavelmente vai demorar).

Não é possivel separar o paciente da doença, pois a doença não é uma coisa externa, algo que se "pega por acaso", podendo ser separada do paciente atraves de algum tratamento.
Não é que a pessoa TENHA uma doença, pois a verdade é que ELA está doente, sendo a doença apenas uma expressão desse desequilibrio no qual se encontra.
Esqueça a doença (tenha ela o nome que quiser), mas trate a pessoa, pois é esse o digno de ser tratado.





 Claudio Rhein é de Caxias do Sul - RS 
Médico pediatra, formado pela UFSM - Universidade Federal de Santa Maria, também formado em medicina chinesa - drclaudiorhein@yahoo.com.br 







Participa de nossa 

RELAÇÃO DE PROFISSIONAIS BRASILEIROS que defendem um aprofundamento criterioso no quadro da criança e adolescente ANTES de sair já prescrevendo psicoativos para os pequenos corpos em formação - http://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/2015/09/relacao-de-profissionais-brasileiros.html


Conheça também os artigos do Blog TDAH CRIANÇAS QUE DESAFIAM, adquira o Livro e participe do Grupo e Página no Facebook



Sobre o coração e as emoções:

O coração é o primeiro órgão humano a funcionar durante a gestação. Estudos mostram que o coração possui um campo eletromagnético de transmissão para todo o resto do corpo. A cada batida do coração envia ondas eletromagnéticas que contém algumas informações essenciais.
Por ser um dos meios principais de comunicação com o Universo e com as pessoas, o coração é um órgão de extrema importância para o homem. Apesar de termos aprendido, na ciência convencional, que o coração é funcional por bombear o sangue com nutrientes para todas as células, sua utilidade vai bem além disso. De acordo com neuro-cardiologistas, de 60 a 65% das células não são só músculos, mas neurônios, que fariam esse órgão funcionar de maneira similar ao cérebro. Talvez por isso, aproximadamente 20 dias depois da fecundação, o coração já começa a funcionar.
Enquanto o cérebro nos dá informação individual, o coração daria a informação universal, levando a chave que conecta o ser individualizado à sociedade. As ondas eletromagnéticas enviadas pelo coração alteram de acordo com as emoções que sentimos – dessa forma, boas emoções nos previnem, de fato, de doenças, pois fortalecem nosso sistema imunológico. Essas ondas podem ser medidas metros além do nosso corpo e fluem em correntes indo e vindo, em formato de um anel. O sistema de neurônios do coração possui memórias de curto e longo prazo e os sinais enviados ao cérebro também afetam nossas emoções; dessa maneira, o coração envia mais informações ao cérebro do que o oposto.
Fontes e mais informações:

CHANG, P. Scientific evidence: The heart is an intelligent electromagnetic field generator that thinks. Conscious Life News. Disponível aqui.
Revolute Brasil


Querendo, leia também:

"O que eu puder ajudar para que as mães se esforcem e dêem algo natural para os seus filhos, farei o possível.. pois sou a prova viva de que isso é possível, só precisa de um pouco mais de dedicação e paciencia.." (mamãe Eliziene Ribeiro)
Por Vaneska Santos e Eliziene Ribeiro
publicado neste blog em 14.junho.2017
http://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/2017/06/tdah-livre-de-drogas-uso-de-florais-de.html


 Marise Jalowitzki é educadora, escritora, blogueira e colunista. Palestrante Internacional, certificada pelo IFTDO - Institute of Federations of Training and Development, com sede na Virginia-USA. Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano saudável. marisejalowitzki@gmail.com 

http://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/

Para adquirir e obter mais informações, veja no blog  (AQUI) ou encaminhe e-mail para:
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quinta-feira, 29 de junho de 2017

Publicidade meiga para vender psicotrópicos

psicotrópicos para tdah, receitados para crianças, continuam sendo uma das maiores fontes de renda das farmacêuticas


Por Marise Jalowitzki
29.junho.2017

Circula um video que, embora bonitinho, desenho animado e tudo o mais, os rótulos estão colados na criança alvo - o menino Pablo - como se fossem a própria pessoinha!!! A irmã mais nova "apresenta" seu irmão Pablo (como sendo tdah) e as expressões "sempre", "nunca", "jamais" são repetidas à exaustão!!! Terrível isto!!

A voz da "irmazinha menor" é meiga, doce, como costumam ser as vozes das crianças e a mensagem vai sendo aceita por mães que enxergam no relato muitas das situações com que se defrontam todos os dias.

Entretanto, será que se atentam ao fato que o menino está sendo simplesmente julgado com as expressões usadas, com a descrição utilizada, como se ele fosse um produto e não uma pessoa? um "fato feito" que precisa ser "moldado"...e, claro, com químicos?

Em qualquer nível de conversação, quando se usa terminologias sempre assim julgadoras e condenativas, "fecha-se a porta" para qualquer outra visão, para abordagens diversas, inclusive fecha-se a porta para o equilíbrio!!!

Já assisti há tempos este video.

Impossível repassar aqui, onde trabalhamos tanto para não colar rótulos-etiquetas em nossos pequenos!

Chegando ao final do video, só verificar quem produziu: o laboratório fabricante do ven-van- se...claro, quem mais poderia ser além dos que querem lucrar com o convencimento de mães e pais de que o filho "é um problema"??

Bem, eles (laboratórios) são uma indústria, são empresas, precisam sempre estar em dia com sua liquidez no caixa, querem sempre aumentar mais e mais seus lucros... convencer é uma das mais fortes estratégias de marketing. Não serão eles que irão mudar!

Quem precisa mudar é o mundo adulto - pais, mães, familiares, com seus rígidos conceitos e normas!

Quem precisa mudar são as escolas, com suas metodologias arcaicas, defasadas, antigas e nada atraentes!

Quem precisa mudar são os médicos, que necessitam voltar, urgentemente, ao conceito-missão de ajudar na cura, não em manter clientes!!

Após uma das exposições, há um excelente comentário, que transcrevo, por concordar inteiramente:

Marisa Gómez · Médico Facultativo Especialista de Área Cirugía Ortopédica y Traumatología at Hospital Universitario Ramón y Cajal

"Lo que no dice la historia es que a Pablo además se le medica con un derivado de la anfetamina, una sustancia dopante para mejorar su capacidad de concentración, que se le administra durante un prolongado espacio de tiempo en un momento en que su cerebro se está desarrollando y cuyas consecuencias a largo plazo sobre el funcionamiento cerebral desconocemos, aunque ya se han apuntado alteraciones de conducta, aumento del índice de suicidios, etc..." ( http://www.imaginario.es/corto-entender-tdah/# )


 Marise Jalowitzki é educadora, escritora, blogueira e colunista. Palestrante Internacional, certificada pelo IFTDO - Institute of Federations of Training and Development, com sede na Virginia-USA. Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano saudável. marisejalowitzki@gmail.com 

blogs:
www.tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br


LIVRO TDAH CRIANÇAS QUE DESAFIAM
Informações, esclarecimentos, denúncias, relatos e dicas práticas de como lidar 
Déficit de Atenção e Hiperatividade